- ventana
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- marea
- Só estofa — não é conselho, é condição de entrada. A Barra da Armona é dominada pela vazante: em maré morta, na barra Faro-Olhão, mediram enchente ~0,4 m/s contra vazante ~0,8 m/s, e os modelos dão mais de 3 m/s em vazante de maré viva. Nesse jacto não se entra: leva-te para o mar aberto.
- abrigo
- Sem abrigo nenhum: ponto a 1,2 km ao largo da embocadura, sobre o delta de vazante aberto, exposição S/SSO. A única ajuda é a sombra do Cabo de São Vicente, que faz chegar aqui a ondulação atlântica enfraquecida. Do levante e da corrente nada te protege.
- condiciones
- Só com calmaria total, ondulação abaixo de ~0,5 m e maré parada. Fundo a ~3,7 m — areia do delta de vazante, que se remodela constantemente, e a turvação levanta-se só com a corrente, sem ondulação nenhuma. Realisticamente é reconhecimento de duas ou três descidas, não um pesqueiro de trabalho.
- peligro
- É o ponto mais exigente de Olhão e o perigo número um é a corrente de maré sobre um delta de vazante móvel: se apanhas o jacto de vazante, sais para o mar e não voltas a nado. Depois, o tráfego da barra: no canal de navegação a caça é proibida e é por ali que passam as embarcações. Só com experiência, só de barco e com alguém a bordo, nunca a solo em maré viva.
- acceso
- Só de barco — o ponto fica a 1,2 km da embocadura, não há entrada de terra. Sai-se de Olhão ou da Fuseta, fica-se ao largo e fora do canal de navegação, com o barco a acompanhar. A ria atrás da barra está fechada à caça — trabalha-se só do lado oceânico.
Embocadura da Barra da Armona (registo de barras da Ria Formosa, DGRM). Ponto a ~1,2 km ao largo, fora do canal de navegação. Correntes de maré fortes — para experientes. ~3,7 m.
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