Fontes:IPMA · boias · Copernicus · Sentinel-2 — confiança alta · dados 16:58
Fontes e confiança
Fontes
IPMA · boias NDBC e IH · Copernicus Marine · Sentinel-2
Método
motor de estado do mar spearo: consenso de 6 modelos + clareza por satélite (ZSD) + viés medido nas boias
Atualização
Relido a cada hora, por costa
Compilado pelo motor de estado do mar da spearo · Como funciona →
O veredicto sai de sete fatores da água e de bloqueios de segurança — não de dez separadores. Ir ou ficar.
Como calculamos esta nota
O nosso próprio modelo
Motor de previsão próprio — não é um widget de terceiros. Pesa estes fatores da água num único veredicto de ir ou ficar para esta costa; o mostrador de 0 a 10 é esse veredicto, mostrado como número.
01
Ondulação e memória da onda
Altura, período e direção da ondulação, mais o rasto das tempestades recentes — um temporal passado ainda turva a água, e o motor lembra-se.
02
Vento e rajadas
Velocidade e rajadas hora a hora — a velocidade do vento e o vento de mar picam a superfície e cortam a visibilidade.
03
Fase da maré
Hora e amplitude da maré, calibradas por costa — marés vivas fortes puxam o veredicto para a cautela.
04
Temperatura da água
Temperatura à superfície — água demasiado fria veta o veredicto verde.
05
Correntes e escoamento
Direção e deriva da corrente — arrasta-te e também empurra a água turva costeira para onde mergulhas.
06
Chuva e clareza do ar
A chuva turva a água junto à costa com o escoamento de terra, e o nevoeiro corta a visibilidade à superfície.
07
Forma da costa e exposição
Como a costa se abre à ondulação — uma enseada abrigada mantém a água limpa; um cabo exposto de frente leva penalização.
Bloqueios de segurança
Previsão de trovoada — vermelho imediato, sem exceções.
Aviso oficial (MeteoAlarm / IPMA) — amarelo, ou vermelho nos níveis mais altos.
Falta de dados de entrada — um possível verde é travado em amarelo em vez de exagerado.
Forte discordância entre os modelos de previsão — um dia verde é puxado para amarelo.
Horas de noite — onde a caça submarina noturna é proibida por lei a janela é vermelha à força; onde é legal (Austrália fora de NSW, Nova Zelândia, África do Sul) fica travada em amarelo, nunca verde.
Tudo se resume a uma nota de 0 a 10 e um veredicto: ir ou ficar.
É uma previsão, não uma garantia — o mar decide por último.
Onde entrar e onde procurar peixe
Pontos de entrada com coordenadas
Relevo do fundo — zonas promissoras
Este veredicto — no bolso. Abre a app e vê a janela da semana.
aponte a câmara
0 m
Superfície
Vento, ondulação e as janelas de swell — quando ir e as melhores horas.
spearo.app
calmoatualizado 16:58
Olhão — a solo, dos rochedos
NO LIMITE
⛔ Proibido aqui
cuidado — sozinho, evita entrar pelas rochas; confirma no local · vaga de vento acentuada — superfície irregular, cuidado na entrada
onda 0.9 mvento 23, rajadas 37 km/hvisibilidade ~2 mjanela 15:00–21:00
hoje, melhor janela 15:00–18:00
peixe · Visibilidade 2 m · Água 19.2°C
confiança média · veredicto para o dia escolhido
Semana inteira — toca num dia. está a empurrar ondulação.
›
Risco a solo: leva uma boia · diz a alguém o teu plano e a hora de saída · na dúvida = não vais. Planeador por modelos, a decisão é no local.
Dia escolhido
Janelas, horas e tendências do dia.
O dia é escolhido em cima, no destaque. Aqui ficam as janelas do dia, o mapa hora a hora e as tendências. Toca numa janela para analisar as condições.
quarta-feira · hoje2026-09-09
07:08–19:48 · lua nova
▲ 01:00▼ 07:00▲ 13:00▼ 20:00 · 2.9 m
Horas (06→20)
06
09
12
15
18
Tendências do dia
Maré-0.29 m
Onda0.74 m
Vento14 km/h
Água19 °C
atividade dos peixes: nascer da lua 05:06 · média · lua no zénite 12:00 · alta · pôr da lua 18:57 · média · lua no nadir 00:00 · alta
Janela de condições15:00–18:00
cuidado — sozinho, evita entrar pelas rochas; confirma no local peixe ·
Hs 0.92 m · agitadoperíodo 7.2 svento 23→37surge 0.1viz 2 m
0.92 magitado · até ~1.84 · 270° de través
7.2 sondulação moderada
23→37rajadas 37 km/h
0.1rebentação fraca
0.25m/s
2 mondulação recente
19.2°C5 mm + touca
▼20:00maré a vazar
Atmosfera41 kmreferências à vista
baixafora dos picos lunares
vaga de vento acentuada — superfície irregular, cuidado na entrada
O que falta? Diz-nos o que gostarias de ver — novos pontos, espécies, dados ou funcionalidades. Lemos tudo.
A melhor janela — contigo. Previsão no bolso.
aponte a câmara
−10 m
A coluna de água
Visibilidade e o que a manda — clareamento pós-temporal, pluma do rio, temperatura e a termoclina.
O que é
Instrumento marítimo go / no-go para a caça a solo.
O spearo.app reúne vento, onda, período da ondulação, visibilidade, marés, temperatura da água e risco num só veredicto — ir ao ponto ou não. Calcula 7 dias à frente a partir de modelos marítimos abertos (Open-Meteo, IPMA), sem registo nem contas. Feito para a caça submarina a solo dos rochedos, onde qualquer erro custa caro.
Já disponível: 1391 locais em 205 zonas de costa — Portugal continental, Madeira e Açores.
Relevo e tipo de fundo, marés e as profundidades de cada local.
Na rocha
A previsão é o plano. A decisão é na rocha.
Os modelos definem a janela. Mas entrar ou não vê-se só à beira de água: conta as séries, observa a rebentação na entrada. Na dúvida, não entras.
Pontos de entrada
Por onde entrar dos rochedos.
Entradas reconhecidas, coloridas pelo dia de hoje. A cor é o estado do mar no ponto, não uma garantia: a rebentação e a entrada escorregadia decides no local.
Calmaria de verão, de junho a setembro, e uma janela estritamente diurna à volta da estofa — planeia-se pela tabela de marés, não pela hora do dia. A caça é proibida do pôr ao nascer do sol, e ainda tens de voltar de barco.
maré
Só estofa — não é conselho, é condição de entrada. A Barra da Armona é dominada pela vazante: em maré morta, na barra Faro-Olhão, mediram enchente ~0,4 m/s contra vazante ~0,8 m/s, e os modelos dão mais de 3 m/s em vazante de maré viva. Nesse jacto não se entra: leva-te para o mar aberto.
abrigo
Sem abrigo nenhum: ponto a 1,2 km ao largo da embocadura, sobre o delta de vazante aberto, exposição S/SSO. A única ajuda é a sombra do Cabo de São Vicente, que faz chegar aqui a ondulação atlântica enfraquecida. Do levante e da corrente nada te protege.
condições
Só com calmaria total, ondulação abaixo de ~0,5 m e maré parada. Fundo a ~3,7 m — areia do delta de vazante, que se remodela constantemente, e a turvação levanta-se só com a corrente, sem ondulação nenhuma. Realisticamente é reconhecimento de duas ou três descidas, não um pesqueiro de trabalho.
perigo
É o ponto mais exigente de Olhão e o perigo número um é a corrente de maré sobre um delta de vazante móvel: se apanhas o jacto de vazante, sais para o mar e não voltas a nado. Depois, o tráfego da barra: no canal de navegação a caça é proibida e é por ali que passam as embarcações. Só com experiência, só de barco e com alguém a bordo, nunca a solo em maré viva.
acesso
Só de barco — o ponto fica a 1,2 km da embocadura, não há entrada de terra. Sai-se de Olhão ou da Fuseta, fica-se ao largo e fora do canal de navegação, com o barco a acompanhar. A ria atrás da barra está fechada à caça — trabalha-se só do lado oceânico.
Embocadura da Barra da Armona (registo de barras da Ria Formosa, DGRM). Ponto a ~1,2 km ao largo, fora do canal de navegação. Correntes de maré fortes — para experientes. ~3,7 m.
Ilha da Armona — frente oceânica (troço nascente)Ilha da Armona
no limite
ondulação hoje de través
janela
Manhã cedo antes da brisa; de junho a início de outubro, água a 20–24 °C. Aqui não há praticamente ninguém — mas também não há de quem esperar ajuda, e sair cedo significa praia vazia às costas. Só com luz do dia: a caça é proibida do pôr ao nascer do sol.
maré
Mergulha na estofa ou na enchente. O ponto fica entre duas barras da Ria Formosa, e as barras são dominadas pela vazante — na vazante a corrente ao longo da costa acelera e puxa para a embocadura. A melhor visibilidade é exatamente na estofa, numa semana de verão sem ondulação.
abrigo
Sem abrigo nenhum: frente de areia longa e vazia virada a S/SSO, sem ponta nem molhe. Só a geografia ajuda — a ilha está na sombra do Cabo de São Vicente, por isso a ondulação atlântica chega enfraquecida. O levante corre ao longo da costa sem nada que o trave.
condições
Funciona com ondulação até ~0,7 m e vento fraco; ~3,2 m dá bastante mais água do que os pontos de praia ao lado e a turvação demora mais a instalar-se. Com levante ou qualquer aumento de ondulação a areia levanta e a visibilidade vai a zero.
perigo
O maior risco é o isolamento: troço vazio da ilha, sem nadador-salvador nem gente na praia, e o aglomerado fica a quilómetros para poente. Depois, a deriva ao longo da costa na vazante e a falta total de referências: sobre areia é fácil afastar-se sem dar por isso. Boia com bandeira obrigatória; leva telemóvel e água.
acesso
Ferry de Olhão para a Armona e depois uma longa caminhada para nascente ao longo da ilha, a afastar-se do aglomerado. Entrada pela areia e ~400 m a nado até ao ponto. Planeia o ferry de volta — não há outra maneira de sair da ilha.
Lado oceânico da Ilha da Armona (concelho de Olhão), ~400 m da linha de água, fora da ria. ~3,2 m.
Praia da Armona-Mar — frente oceânicaIlha da Armona, praia-mar
no limite
ondulação hoje de través
janela
Antes do primeiro ferry de Olhão — ou seja, ao nascer do dia, com a praia vazia e a brisa ainda por entrar. Época de junho a início de outubro, água a 20–24 °C. À tarde, em época alta, não há aqui nada a fazer.
maré
Estofa ou enchente. Na vazante a corrente ao longo da costa reforça-se — todas as barras da Ria Formosa são dominadas pela vazante e isso sente-se mesmo a quilómetros da embocadura. Na preia-mar há mais água sobre a areia e a entrada é mais suave.
abrigo
Praia de areia aberta virada a S/SSO, sem abrigo — nem rochas nem molhe. A ondulação chega enfraquecida por a costa estar na sombra do Cabo de São Vicente, mas o levante entra ao longo da costa com toda a força.
condições
Janela: ondulação abaixo de ~0,7 m e calma de manhã; ~3,5 m de areia limpa, sem estrutura — trabalha-se o robalo e o sargo na zona de rebentação. De tarde, no verão, isto é praia de banhos e a água turva não só pela ondulação. É alternativa, não o objetivo da viagem.
perigo
O maior problema são as pessoas: é a praia onde o ferry de Olhão desembarca os banhistas, no verão tem nadador-salvador e zona balnear marcada, e é proibido caçar a menos de 50 m dela. Depois, a rebentação sobre areia rasa e a deriva ao longo da costa na vazante. A ria atrás da ilha está fechada à caça submarina (Portaria 560/90) — não cortes pelo canal.
acesso
Ferry de Olhão para a Armona e depois poucos minutos a pé a atravessar a ilha até à praia oceânica. Entrada pela areia. O regresso é pelo horário do ferry — não há outra forma de sair.
Praia oceânica da Armona em frente ao aglomerado. ~3,5 m.
Praia da Fuseta-Mar — frente oceânicaFuseta, ilha-barreira
no limite
melhor candidato para hoje
ondulação hoje de través
janela
Manhã cedo, antes de a brisa entrar — no verão a calma é só de madrugada. Época de junho a início de outubro, água a 20–24 °C, a mais quente da costa portuguesa. Só com luz do dia: a caça é proibida do pôr ao nascer do sol.
maré
Mergulha na estofa ou na enchente. A barra da Fuseta é ali ao lado e, como todas as barras da Ria Formosa, é dominada pela vazante: a vazante é mais curta e mais rápida do que a enchente e, em maré viva, o jacto sai para o mar e leva-te com ele.
abrigo
Sem abrigo natural: frente de areia aberta da ilha-barreira, virada a S/SSO. A costa fica na sombra do Cabo de São Vicente e apanha muito menos ondulação atlântica do que a costa oeste, mas nada aqui trava o levante.
condições
Janela: ondulação abaixo de ~0,5 m e vento fraco de madrugada. Só ~1,5 m de água: qualquer rebentação levanta a areia e a visibilidade cai em minutos. O levante fecha isto de vez — sopra ao longo da costa, cria vaga curta e revolve o fundo.
perigo
Primeiro, o jacto de vazante da barra da Fuseta: em maré viva não te aproximes da embocadura, leva-te para fora. Segundo, a própria rebentação: com ~1,5 m não estás debaixo da onda, estás dentro dela. Legal: o canal da barra é água proibida, a ria atrás da ilha também (Portaria 560/90), e mantém 50 m da zona balnear marcada.
acesso
Ferry de passageiros da Fuseta através do canal e depois a pé pela ilha até ao lado oceânico. Entrada direta pela areia, através da rebentação; o ponto fica a ~250 m da linha de água. Conta com o ferry de volta: não há estrada para a ilha.
Lado oceânico da ilha-barreira em frente à Fuseta (freguesia de Olhão, ~9,5 km do centro), ~250 m da linha de água, fora da Ria Formosa. ~1,5 m.
A SOLO é o maior risco: debaixo de água pode perder-se a consciência por falta de oxigénio, em silêncio e fatalmente, sem ninguém por perto. A solo nunca é verdadeiramente «seguro». Abaixo ficam as melhores janelas pelo tempo; leva a boia, avisa alguém do plano e da hora de saída, e qualquer dúvida — não vás.
Na época agora: Robalo, Sargo, Dourada, Salema, Polvo, Tainha
Na época agora
Robalo
<4 m · fim da vazante → início da enchente · amanhecer/anoitecer
Alvo principal. Foge da luz — escolhe janelas de madrugada/crepúsculo.
Sargo
1–5 m · enchente (entra no recife com a rebentação) · amanhecer
Alvo dominante de recife. A visibilidade conta mais que a hora do dia.
Dourada
1–4 m · enchente sobre areia/algas · amanhecer
Muito esquiva — espera estática à espreita.
Salema
0–2 m · — · dia
O alvo mais fácil 0–6 m. ⚠️ NÃO comer cabeça/vísceras (ictiossarcotoxismo).
Polvo
1–6 m · preia-mar · crepúsculo
Pico no outono. O covil reconhece-se pelo monte de conchas. Não tirar fêmeas com ovos. Peso mín. 750 g (DGRM).
Tainha
0–2 m · — · —
Extremamente cautelosa; a água turva ATRAPALHA. Oportunista, em enseadas calmas.
Santola
1–10 m · baixa-mar (plataforma de recife a descoberto) · manhã calma (≤2 na escala)
Carapaça ≥12 cm. Pico em julho–agosto. DEFESO 15.02–15.06. Limite 2 kg/dia.
Lei
🦀 aberta (época 16.06–14.02)
✓Licença de pesca submarina obrigatória, diária/mensal/anual (~€25/ano). Espingarda = licença obrigatória. (DL 246/2000, art. 12.º + 12.º-A; taxas na , .) Não há idade mínima para a licença, mas os menores de 16 anos estão dispensados dela quando pescam acompanhados por titular de licença (art. 12.º n.º 2 al. b).
✓Apanha manual de marisco SEM artes — sem licença; mas se houver espingarda no mergulho, é precisa licença de submarina (DL 246/2000, art. 12.º n.º 1; ).
✓Noite proibida: caça submarina só de dia (do pôr ao nascer do sol é proibido). Luz artificial como meio de busca/atração de peixe é proibida — lanterna apenas por segurança (, art. 8.º/3 + 3.º/5; DL 246/2000, art. 14.º n.º 1 d).
✓Boia de sinalização OBRIGATÓRIA na caça submarina: boia/flutuador com bandeira «Alfa» (vermelha/laranja/amarela, ≥8 L), a não mais de 30 m do praticante (, art. 4.º/2).
✓Limite diário da caça submarina: peixe + cefalópodes — 15 kg (excluindo o maior exemplar). Pesca lúdica geral à linha — 10 kg (, art. 12.º/1).
✓Invertebrados (incluindo ) — 2 kg/dia no total (, art. 12.º/2).
✓: carapaça mín. 12 cm; 15.02–15.06 — aplica-se também à apanha lúdica (, ; tabela de defesos da ).
✓Tamanhos mín.: robalo 36 cm, sargo 17 cm, dourada 19 cm, choupa 23 cm, corvina 42 cm; polvo 750 g ( + Reg. UE 2019/1241; tabela de tamanhos mínimos da ).
✓
Protocolo de segurança
Sets: observa as séries de ondas ≥15 min antes de entrar; Hmax ≈ 2×Hs, a rebentação pode espraiar-se 50 m além da linha de espuma. Um lull >10 min com período >12 s = um set grande «em atraso», NÃO entres; entra logo após passar um set completo e reavalia ao minuto 30.
Saída PRIMEIRO: identifica a saída E uma alternativa antes de entrar. No Cabo Raso/Arriba um aumento de 0,5 m na ondulação torna a saída pelos rochedos impossível — ficar encurralado/sem saída é o principal assassino aqui.
Corrente de cabo: no Cabo Raso há uma corrente de retorno topográfica permanente, independentemente do modelo — localiza-a, entra/sai pelo lado a barlavento e nunca nades contra.
Frio: fato pela SST do chip; o primeiro arrepio = pico metabólico e queda da apneia → sai ao primeiro arrepio persistente. Limita a sessão a 45–60 min abaixo de 15 °C.
Disciplina a solo: boia içada; avisa alguém do local e da hora de saída; apneia conservadora (nunca forces em água fria/turva/com rebentação); visibilidade <3 m — não entres.
Nortada (jun–set): o vento reforça a partir do meio-dia — estar fora de água por volta das ~11:00; o mar fica picado — sai.
UV 11:00–15:00 (iUV ≥6): protetor solar e cobertura no intervalo à superfície.
Solo é um risco fundamental (blackout hipóxico sem parceiro). Qualquer dúvida = não ir.
Perguntas frequentes — pesca submarina em Olhão
Onde fazer pesca submarina em Olhão?
Olhão tem pontos de entrada da rocha como Praia da Fuseta-Mar — frente oceânica, Ilha da Armona — frente oceânica (troço nascente) e Praia da Armona-Mar — frente oceânica. Olhão, no sotavento da Ria Formosa, é estuário arenoso e abrigado; a visibilidade depende do acesso aos recifes ao largo. Em baixo tens cada ponto (acesso, abrigo e perigos) e a previsão de hoje.
Qual é a melhor época em Olhão?
A temporada mais longa do país: boa de maio a outubro e razoável nos meses de ombro. A costa sul é abrigada da ondulação dominante e tem a melhor visibilidade.
Que temperatura tem a água em Olhão?
A mais quente do continente: ~16–23 °C no verão. Fato de 3 mm em pleno verão, 5 mm nos meses de ombro.
A pesca submarina em Olhão é para principiantes?
A mais acessível do país: água quente, clara e abrigada, com mais dias bons — boa para ganhar horas de água em dias calmos. Mesmo assim, confirma a previsão e os perigos locais.
É preciso licença em Olhão?
Sim — em Olhão, como em todo o continente, é preciso licença de pesca lúdica (DGRM); só em apneia (sem garrafa), com boia de sinalização e sem pescar de noite. Vê o guia para os detalhes.
Garoupa/mero — totalmente protegido, não pode ser capturado (, art. 10.º + ).
✓Só em apneia: a caça submarina só pode ser exercida por praticante em apneia. Escafandro, rebreather e narguilé são proibidos; a força propulsora não pode ser detonante nem a gás comprimido (DL 246/2000, art. 9.º n.º 3 — o antigo art. 6.º foi revogado).
✓Não se pode vender a captura: expor para venda, colocar à venda ou vender espécimes capturados na pesca lúdica é proibido — destinam-se ao consumo do praticante, do seu agregado familiar ou a doação a instituições de beneficência, científicas ou museológicas (DL 246/2000, art. 7.º).
✓Espingarda carregada fora de água é contra-ordenação (DL 246/2000, art. 14.º n.º 2 f). No mesmo artigo: proibido pescar a distâncias inferiores às legalmente estabelecidas das orlas das praias concessionadas durante a época balnear (n.º 2 d) e em locais interditos por salubridade ou tráfego marítimo (n.º 2 e). Os metros concretos vêm da regulamentação e da capitania — confirma antes de sair.
✓Distâncias entre pessoas: de outro caçador submarino — no mínimo 20 m (, art. 6.º n.º 3), salvo acordo em contrário; a partir de embarcação — 50 m de outras embarcações, praticantes e artes caladas (art. 6.º n.º 2); qualquer embarcação tem de manter 50 m da tua boia de sinalização e de embarcações com bandeira Alfa (art. 7.º n.º 6). O número que circula, «30 m entre caçadores», está errado: 30 m é a distância à TUA boia.
✓O que podes levar para a água: as artes de CAPTURA na caça submarina são a espingarda, a faca de mariscar, o puxeiro e a arrelhada (, art. 3.º n.º 3). Não é uma proibição do restante equipamento: o art. 4.º n.º 1 permite expressamente equipamentos para protecção contra o frio, para melhorar a flutuabilidade, para protecção ou segurança e para transporte do produto da pesca, e quaisquer outros que não permitam a captura directa de exemplares. Isco e engodo na caça submarina são PROIBIDOS (art. 5.º n.º 3). É proibido transportar ou ter a bordo em simultâneo espingarda e aparelho auxiliar de respiração, e ainda trazer a espingarda em condições de disparo imediato fora de água ou em zonas onde a caça é proibida (art. 3.º n.º 6). Em qualquer embarcação de pesca lúdica, toda a tripulação de colete salva-vidas (art. 4.º n.º 3).
✓Onde a pesca lúdica é proibida de todo (, art. 8.º n.º 1): em áreas delimitadas de estaleiros de construção e reparação naval (sem excepção) e de estabelecimentos de aquicultura — nestes últimos, salvo quando formalmente autorizado pelo concessionário ou proprietário; nos estaleiros não há essa ressalva; a menos de 100 m da foz de qualquer descarga de esgoto assinalada; nas áreas de concessões balneares, na medida fixada pelo POOC; e noutras zonas interditas pela autoridade portuária ou marítima. Em especial para a caça submarina e a pesca embarcada (n.º 2) estão fechados os canais de navegação das barras de portos e de rios, os canais de acesso e os canais balizados. A regra dos «300 m da praia» NÃO existe no continente — esse número vem do diploma da Madeira; no continente a distância é fixada pelo POOC e pelo edital da capitania.
✓Rios fronteiriços Minho e Guadiana: nos troços internacionais a pesca submarina é PROIBIDA — acordos bilaterais Portugal-Espanha, art. 9.º n.º 3 (Minho, RAR 34/2023, em vigor desde 26-05-2023) e art. 6.º n.º 1 (Guadiana, RAR 173/2025, em vigor desde 07-12-2025), ambos «É proibida a pesca submarina». No Guadiana é ainda contraordenação grave (art. 19.º) e está fechada a faixa de 100 m contígua à Reserva Natural do Sapal de Castro Marim (art. 5.º). Troços: da confluência com o Trancoso/Chança até à linha de fecho da foz.
✓Nos restantes troços fluviais fronteiriços com Espanha (fora do TIRM e da zona sob jurisdição marítima do Guadiana) — Decreto 30/88, art. 6.º n.º 1: são proibidos arpões, francadas, tridentes e qualquer instrumento contundente para capturar peixe (al. e), bem como «a pesca ou caça subaquática» com luz artificial e a pesca nocturna (al. g).
⛔ Garoupa / mero (Epinephelus) — totalmente protegido, captura PROIBIDA.
⛔ Cavalos-marinhos (Hippocampus) — protegidos.
As regras mudam. Antes de sair, confirma com a DGRM / ICNF / Capitania e a tabela de defeso.