- janela
- Manhã cedo, sincronizada com a estofa, fora de época. Nunca ao crepúsculo/noite — há tráfego de embarcações na barra do Tejo.
- maré
- Exclusivamente na estofa (água parada). Em enchente/vazante a barra corre com força — nessa altura não se entra na água.
- abrigo
- O lado noroeste do molhe apanha toda a ondulação atlântica; o lado este (do rio) abriga da ondulação oceânica, mas aí manda a corrente de maré do Tejo.
- perigo
- O ponto mais perigoso da costa: a corrente da barra do Tejo pode arrastar-te para o canal, há tráfego ativo de embarcações na foz e o enrocamento do molhe tem riscos de encravamento na rebentação. Já houve afogamentos aqui. A solo — não.
- acesso
- Pela aldeia da Cova do Vapor até à base do molhe; entrada pela areia/pedras no arranque do molhe. Não avançar pelo molhe — leva à barra aberta.
O enrocamento do molhe segura robalo e sargo (pesqueiro conhecido), mas os perigos da barra superam o que se apanha. Só reconhecimento de terra com mar chão e estofa, e só em grupo — nunca a solo.
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