🌫 Turva toda a semana após o temporal — a água não assenta
visibilidade~1m
Hojenão
Hoje — fica em terra — onda, vento e rebentação. 🌫 Turva toda a semana após o temporal — a água não assenta
Fontes:IPMA · boias · Open-Meteo · Copernicus — confiança alta · dados 01:43
Fontes e confiança
Fontes
IPMA · boias · Open-Meteo · Copernicus
Método
motor de estado do mar spearo: consenso de até 6 modelos + clareza por satélite (ZSD) + viés medido nas boias
Atualização
Relido a cada hora, por costa
Compilado pelo motor de estado do mar da spearo · Como funciona →
O veredicto sai de sete fatores da água e de bloqueios de segurança — não de dez separadores. Ir ou ficar.
Como calculamos esta nota
O nosso próprio modelo
Motor de previsão próprio — não é um widget de terceiros. Pesa estes fatores da água num único veredicto de ir ou ficar para esta costa; o mostrador de 0 a 10 é esse veredicto, mostrado como número.
01
Ondulação e memória da onda
Altura, período e direção da ondulação, mais o rasto das tempestades recentes — um temporal passado ainda turva a água, e o motor lembra-se.
02
Vento e rajadas
Velocidade e rajadas hora a hora — a velocidade do vento e o vento de mar picam a superfície e cortam a visibilidade.
03
Fase da maré
Hora e amplitude da maré, calibradas por costa — marés vivas fortes puxam o veredicto para a cautela.
04
Temperatura da água
Temperatura à superfície — água demasiado fria veta o veredicto verde.
05
Correntes e escoamento
Direção e deriva da corrente — arrasta-te e também empurra a água turva costeira para onde mergulhas.
06
Chuva e clareza do ar
A chuva turva a água junto à costa com o escoamento de terra, e o nevoeiro corta a visibilidade à superfície.
07
Forma da costa e exposição
Como a costa se abre à ondulação — uma enseada abrigada mantém a água limpa; um cabo exposto de frente leva penalização.
Bloqueios de segurança
Previsão de trovoada — vermelho imediato, sem exceções.
Aviso oficial (MeteoAlarm / IPMA) — amarelo, ou vermelho nos níveis mais altos.
Falta de dados de entrada — um possível verde é travado em amarelo em vez de exagerado.
Forte discordância entre os modelos de previsão — um dia verde é puxado para amarelo.
Horas de noite — onde a caça submarina noturna é proibida por lei a janela é vermelha à força; onde é legal (Austrália fora de NSW, Nova Zelândia, África do Sul) fica travada em amarelo, nunca verde.
Tudo se resume a uma nota de 0 a 10 e um veredicto: ir ou ficar.
É uma previsão, não uma garantia — o mar decide por último.
Onde entrar e onde procurar peixe
Pontos de entrada com coordenadas
Relevo do fundo — zonas promissoras
Este veredicto — no bolso. Abre a app e vê a janela da semana.
Em breve
Recebe o veredicto «ir / não ir» de Viana do Castelo no teu e-mail
Deixa o e-mail — e assim que abrir uma janela em Viana do Castelo, enviamos o veredicto «ir / não ir». Só precisas do e-mail.
Visibilidade e o que a manda — clareamento pós-temporal, pluma do rio, temperatura e a termoclina.
O que é
Instrumento marítimo go / no-go para a caça a solo.
O spearo.app reúne vento, onda, período da ondulação, visibilidade, marés, temperatura da água e risco num só veredicto — ir ao ponto ou não. Calcula 7 dias à frente a partir de modelos marítimos abertos (Open-Meteo, IPMA), sem registo nem contas. Feito para a caça submarina a solo dos rochedos, onde qualquer erro custa caro.
Já disponível: 3016 locais em 406 zonas de costa — Portugal continental, Madeira e Açores.
Relevo e tipo de fundo, marés e as profundidades de cada local.
Na rocha
A previsão é o plano. A decisão é na rocha.
Os modelos definem a janela. Mas entrar ou não vê-se só à beira de água: conta as séries, observa a rebentação na entrada. Na dúvida, não entras.
Pontos de entrada
Por onde entrar dos rochedos.
Entradas reconhecidas, coloridas pelo dia de hoje. A cor é o estado do mar no ponto, não uma garantia: a rebentação e a entrada escorregadia decides no local.
Manhã cedo antes dos banhistas e fora da época balnear (1.05–31.10), quando a caça é proibida junto à praia. Água mais quente — fim do verão.
maré
Preia-mar: as plataformas e poças de maré enchem e dá para entrar para lá da barreira; na baixa-mar fica tudo a descoberto e sem água para nadar.
abrigo
A barreira de rochas junto à costa quebra a ondulação mais forte — a entrada mais abrigada da zona. Protegido do swell moderado de NW, mas não do oeste direto.
condições
Mais vezes mergulhável que os promontórios expostos, graças à barreira de pedras: swell até ~1,5 m, vento fraco de E/NE. A visibilidade oscila por causa do sedimento das poças e das algas.
perigo
O perigo dominante é o encravamento/embate nas pedras da barreira quando o swell cresce: dentro está calmo, mas na crista da barreira a onda atira contra rocha afiada. Praia urbana — muitos banhistas.
transparência ~2 m · satélite, há 2 diasestimativa de satélite · junto à costa pode variar
boia Cabo Silleiro: onda 3,2 m · há 36 min(modelo: 1,6 m)
acesso
Dentro da cidade, junto ao Forte da Areosa (Castelo Velho); estacionamento perto, à água pelas plataformas rochosas. Pedras escorregadias com algas.
Spot de mergulho OWD conhecido «Pedras Ruivas» — polvo, bodiões, peixe nos buracos. O núcleo da praia é concessionado/com nadador-salvador: caça proibida junto à praia na época, caça nos recifes ao lado.
Manhã cedo, mar liso, fim da primavera ao início do outono. Costa rochosa pouco frequentada na Areosa.
maré
Maré cheia/a encher — cobre as pedras e o recife; na baixa-mar fica pouca água e pedras afiadas à saída.
abrigo
Pequena enseada com barreira de rochas que quebra a ondulação principal — entrada relativamente abrigada. Resguardada do vento pelas pedras, do swell grande de oeste não.
condições
Com swell até ~1,2–1,5 m e terral de E/NE. Menos gente que na Praia Norte, mas também sem vigilância — a janela é igualmente estreita.
perigo
Mesmo padrão da Praia Norte: pedras da barreira e rebentação à saída quando o swell cresce; encravamento entre os blocos. Água fria, ninguém por perto — a solo é perigoso.
acesso
Saída da EN13 na Areosa para a pequena enseada; trilho curto até às pedras. Pouco estacionamento, entrada pelas rochas — escarpins obrigatórios.
Enseada rochosa quase sem areia, com quebra-mar natural — alternativa sossegada à Praia Norte no mesmo setor rochoso a sul de Montedor.
Manhã cedo e FORA da época balnear (1.05–31.10) — no verão a praia é concessionada com nadador-salvador, caça proibida junto à praia e nos 300 m em frente.
maré
Preia-mar/a encher nas pontas rochosas — o peixe chega às pedras; na baixa-mar no areal não há nada a fazer.
abrigo
Enseada de areia com rochas nas pontas dá algum resguardo do vento; já é o setor arenoso a norte do promontório — exposto ao swell direto de NW.
condições
Só dá para mergulhar com mar liso e swell <1 m: caça-se nas pontas rochosas da enseada, o centro é areia sem peixe. Água fria, a areia turva a visibilidade com ondulação.
perigo
Praia arenosa exposta = shorebreak forte e correntes de retorno (rip) junto às pontas rochosas com swell; no areal não há referências e arrasta depressa. A maior severidade a solo das quatro.
acesso
Pela EN13, desvio para a Praia do Paçô (~10 km de Viana), grande parque (350 lugares), à água por passadiços. Caça pelas rochas nas pontas, não pelo centro do areal.
Os guias referem a praia para pesca à linha e caça submarina, mas é praia vigiada: a água principal está protegida na época. Para principiante a solo — só reconhecimento de terra, caça nas pontas fora de época.
Promontório de Montedor / Praia de FornelosPromontório de Montedor, Carreço
perigoso
melhor candidato para hoje
hoje exposto à ondulação de frente
janela
Manhã cedo com mar liso e fim da primavera ao início do outono (água mais quente, época balnear). No inverno o swell fecha o promontório quase sempre.
maré
Maré cheia / preia-mar: as rochas submersas ficam cobertas e o peixe entra no planalto; na baixa-mar as pedras ficam a descoberto e a entrada fica perigosa.
abrigo
Os afloramentos rochosos do promontório dão algum resguardo do vento de norte; do swell de NW não há abrigo — é um promontório atlântico exposto.
condições
Só numa pequena janela: swell abaixo de ~1–1,2 m e vento fraco de leste/nordeste (terral). No litoral norte a água é fria e muitas vezes turva — é preciso um período calmo e prolongado.
perigo
O perigo dominante é o swell de NW a crescer e a rebentar nos afloramentos: a entrada está calma mas a saída pelas pedras com a rebentação vira armadilha. Água fria e corrente ao longo do promontório. Tráfego de barcos mais ao largo.
acesso
Pela EN13 até Montedor/Carreço, depois para o farol e pelo trilho do Geoparque até às rochas junto à Praia de Fornelos. Entrada pelas pedras entre o farol e o areal — escorregadio, escarpins obrigatórios.
O promontório de Montedor é a fronteira: a norte areia, a sul costa rochosa. O melhor recife rochoso da zona (robalo, sargo, congro nos buracos), mas exposto — reconhece de terra primeiro.
A SOLO é o maior risco: debaixo de água pode perder-se a consciência por falta de oxigénio, em silêncio e fatalmente, sem ninguém por perto. A solo nunca é verdadeiramente «seguro». Abaixo ficam as melhores janelas pelo tempo; leva a boia, avisa alguém do plano e da hora de saída, e qualquer dúvida — não vás.
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.) Não há idade mínima para a licença, mas os menores de 16 anos estão dispensados dela quando pescam acompanhados por titular de licença (art. 12.º n.º 2 al. b).
✓Apanha manual de marisco SEM artes — sem licença; mas se houver espingarda no mergulho, é precisa licença de submarina (DL 246/2000, art. 12.º n.º 1; ).
✓Noite proibida: caça submarina só de dia (do pôr ao nascer do sol é proibido). Luz artificial como meio de busca/atração de peixe é proibida — lanterna apenas por segurança (, art. 8.º/3 + 3.º/5; DL 246/2000, art. 14.º n.º 1 d).
✓Boia de sinalização OBRIGATÓRIA na caça submarina: boia/flutuador com bandeira «Alfa» (vermelha/laranja/amarela, ≥8 L), a não mais de 30 m do praticante (, art. 4.º/2).
✓Limite diário da caça submarina: peixe + cefalópodes — 15 kg (excluindo o maior exemplar). Pesca lúdica geral à linha — 10 kg (, art. 12.º/1).
✓Invertebrados (incluindo ) — 2 kg/dia no total (, art. 12.º/2).
✓: carapaça mín. 12 cm; 15.02–15.06 — aplica-se também à apanha lúdica (, ; tabela de defesos da ).
✓Tamanhos mín.: robalo 36 cm, sargo 17 cm, dourada 19 cm, choupa 23 cm, corvina 42 cm; polvo 750 g ( + Reg. UE 2019/1241; tabela de tamanhos mínimos da ).
✓Garoupa/mero — totalmente protegido, não pode ser capturado (, art. 10.º + ).
✓Só em apneia: a caça submarina só pode ser exercida por praticante em apneia. Escafandro, rebreather e narguilé são proibidos; a força propulsora não pode ser detonante nem a gás comprimido (DL 246/2000, art. 9.º n.º 3 — o antigo art. 6.º foi revogado).
✓Não se pode vender a captura: expor para venda, colocar à venda ou vender espécimes capturados na pesca lúdica é proibido — destinam-se ao consumo do praticante, do seu agregado familiar ou a doação a instituições de beneficência, científicas ou museológicas (DL 246/2000, art. 7.º).
✓Espingarda carregada fora de água é contra-ordenação (DL 246/2000, art. 14.º n.º 2 f). No mesmo artigo: proibido pescar a distâncias inferiores às legalmente estabelecidas das orlas das praias concessionadas durante a época balnear (n.º 2 d) e em locais interditos por salubridade ou tráfego marítimo (n.º 2 e). Os metros concretos vêm da regulamentação e da capitania — confirma antes de sair.
✓Distâncias entre pessoas: de outro caçador submarino — no mínimo 20 m (, art. 6.º n.º 3), salvo acordo em contrário; a partir de embarcação — 50 m de outras embarcações, praticantes e artes caladas (art. 6.º n.º 2); qualquer embarcação tem de manter 50 m da tua boia de sinalização e de embarcações com bandeira Alfa (art. 7.º n.º 6). O número que circula, «30 m entre caçadores», está errado: 30 m é a distância à TUA boia.
✓O que podes levar para a água: as artes de CAPTURA na caça submarina são a espingarda, a faca de mariscar, o puxeiro e a arrelhada (, art. 3.º n.º 3). Não é uma proibição do restante equipamento: o art. 4.º n.º 1 permite expressamente equipamentos para protecção contra o frio, para melhorar a flutuabilidade, para protecção ou segurança e para transporte do produto da pesca, e quaisquer outros que não permitam a captura directa de exemplares. Isco e engodo na caça submarina são PROIBIDOS (art. 5.º n.º 3). É proibido transportar ou ter a bordo em simultâneo espingarda e aparelho auxiliar de respiração, e ainda trazer a espingarda em condições de disparo imediato fora de água ou em zonas onde a caça é proibida (art. 3.º n.º 6). Em qualquer embarcação de pesca lúdica, toda a tripulação de colete salva-vidas (art. 4.º n.º 3).
✓Onde a pesca lúdica é proibida de todo (, art. 8.º n.º 1): em áreas delimitadas de estaleiros de construção e reparação naval (sem excepção) e de estabelecimentos de aquicultura — nestes últimos, salvo quando formalmente autorizado pelo concessionário ou proprietário; nos estaleiros não há essa ressalva; a menos de 100 m da foz de qualquer descarga de esgoto assinalada; nas áreas de concessões balneares, na medida fixada pelo POOC; e noutras zonas interditas pela autoridade portuária ou marítima. Em especial para a caça submarina e a pesca embarcada (n.º 2) estão fechados os canais de navegação das barras de portos e de rios, os canais de acesso e os canais balizados. A regra dos «300 m da praia» NÃO existe no continente — esse número vem do diploma da Madeira; no continente a distância é fixada pelo POOC e pelo edital da capitania.
✓Rios fronteiriços Minho e Guadiana: nos troços internacionais a pesca submarina é PROIBIDA — acordos bilaterais Portugal-Espanha, art. 9.º n.º 3 (Minho, RAR 34/2023, em vigor desde 26-05-2023) e art. 6.º n.º 1 (Guadiana, RAR 173/2025, em vigor desde 07-12-2025), ambos «É proibida a pesca submarina». No Guadiana é ainda contraordenação grave (art. 19.º) e está fechada a faixa de 100 m contígua à Reserva Natural do Sapal de Castro Marim (art. 5.º). Troços: da confluência com o Trancoso/Chança até à linha de fecho da foz.
✓Nos restantes troços fluviais fronteiriços com Espanha (fora do TIRM e da zona sob jurisdição marítima do Guadiana) — Decreto 30/88, art. 6.º n.º 1: são proibidos arpões, francadas, tridentes e qualquer instrumento contundente para capturar peixe (al. e), bem como «a pesca ou caça subaquática» com luz artificial e a pesca nocturna (al. g).
⛔ Garoupa / mero (Epinephelus) — totalmente protegido, captura PROIBIDA.
⛔ Cavalos-marinhos (Hippocampus) — protegidos.
As regras mudam. Antes de sair, confirma com a DGRM / ICNF / Capitania e a tabela de defeso.
Protocolo de segurança
Sets: observa as séries de ondas ≥15 min antes de entrar; Hmax ≈ 2×Hs, a rebentação pode espraiar-se 50 m além da linha de espuma. Um lull >10 min com período >12 s = um set grande «em atraso», NÃO entres; entra logo após passar um set completo e reavalia ao minuto 30.
Saída PRIMEIRO: identifica a saída E uma alternativa antes de entrar. No Cabo Raso/Arriba um aumento de 0,5 m na ondulação torna a saída pelos rochedos impossível — ficar encurralado/sem saída é o principal assassino aqui.
Corrente de cabo: no Cabo Raso há uma corrente de retorno topográfica permanente, independentemente do modelo — localiza-a, entra/sai pelo lado a barlavento e nunca nades contra.
Frio: fato pela SST do chip; o primeiro arrepio = pico metabólico e queda da apneia → sai ao primeiro arrepio persistente. Limita a sessão a 45–60 min abaixo de 15 °C.
Disciplina a solo: boia içada; avisa alguém do local e da hora de saída; apneia conservadora (nunca forces em água fria/turva/com rebentação); visibilidade <3 m — não entres.
Nortada (jun–set): o vento reforça a partir do meio-dia — estar fora de água por volta das ~11:00; o mar fica picado — sai.
UV 11:00–15:00 (iUV ≥6): protetor solar e cobertura no intervalo à superfície.
Solo é um risco fundamental (blackout hipóxico sem parceiro). Qualquer dúvida = não ir.
Guia local · Viana do Castelo
Pesca submarina em Viana do Castelo: spots, épocas e regras
Atualizado 2026-07-09 · Por Oleksandr, spearfisher
A caça submarina em Viana do Castelo só compensa quando o litoral norte acalma de verdade. A costa apanha vento e ondulação de noroeste, a água é fria e a visibilidade cai depois de mar mexido. O ângulo certo é procurar rocha: Montedor, Pedras Ruivas e Porto de Vinha. Em dias bons, sargo e robalo encostam às lajes. Em dias médios, a saída pelas pedras vira o risco principal.
Em resumo
Viana do Castelo é janela curta: costa noroeste, água fria, vento e swell atlântico.
Montedor e a Areosa dão estrutura; Cabedelo e areais abertos raramente são o alvo.
Melhor fase: fim da primavera ao outono, manhã cedo, leste fraco e maré a encher.
Licença, apneia, boia Alfa a menos de 30 m e tamanhos mínimos nacionais são obrigatórios.
Melhores locais de pesca submarina em Viana do Castelo
A seleção fica limitada a entradas com janela realista e sem marcação scout. Montedor é o recife mais interessante, Pedras Ruivas é a entrada mais abrigada, e Porto de Vinha é a alternativa sossegada da Areosa.
Spot
Tipo
Profundidade
Nível
Acesso
Notas
Promontório de Montedor / Praia de Fornelos
Promontório rochoso exposto
Raso a médio, sobre lajes e buracos
Intermédio a avançado
EN13 até Montedor/Carreço, trilho do Geoparque para as rochas junto a Fornelos
Recife rochoso forte, com robalo, sargo e congro nos buracos. Só entra com swell baixo, vento terral e saída visível.
Pedras Ruivas (Praia Norte)
Barreira de rocha urbana
Raso, poças e plataformas
Intermédio
Marginal da Praia Norte, junto ao Forte da Areosa
A barreira corta parte da ondulação e abre mais dias que os promontórios. Na época balnear, fica fora dos banhistas.
Praia do Porto de Vinha
Pequena enseada rochosa
Raso nas bordas do recife
Intermédio
Desvio da EN13 na Areosa, trilho curto até às pedras
Menos gente que a Praia Norte e quebra-mar natural. Continua exposta: se a série cresce, a saída complica.
Quando vale a pena entrar em Viana do Castelo?
A melhor época vai do fim da primavera ao início do outono, com manhã cedo, mar liso e vento fraco de leste ou nordeste. Em Montedor a janela pede swell abaixo de cerca de 1 a 1,2 m; nas enseadas da Areosa pode tolerar um pouco mais. A maré cheia ou a encher cobre as lajes e ajuda o peixe a subir. Na baixa-mar há pedra exposta e saída mais perigosa.
Que entradas convém evitar nesta zona?
A Praia do Paçô fica fora da lista recomendada porque é entrada scout: areal exposto, pontas rochosas, shorebreak e correntes de retorno. Também é praia vigiada na época balnear. Cabedelo é sobretudo praia de surf e vento, não entrada de recife consistente. Se o noroeste sobe, a volta pelas rochas fica pior que a entrada.
Que peixe procurar nos recifes de Viana?
O alvo mais natural é o sargo, peixe de recife que usa buracos, lajes e rebentação controlada. O robalo aparece melhor de madrugada ou no crepúsculo, em pouca água. Também há polvo nas fendas e congro em Montedor. Tamanhos mínimos nacionais: robalo 36 cm, sargo 17 cm, dourada 19 cm, choupa 23 cm, corvina 42 cm e polvo 750 g. Mero e cavalos-marinhos são protegidos.
Que regras nacionais se aplicam em Viana do Castelo?
É preciso licença a partir dos 16 anos, e a caça faz-se apenas em apneia. A boia com bandeira Alfa, de pelo menos 8 litros, deve ficar a menos de 30 m. A pesca submarina é só de dia; à noite é proibida, tal como a luz artificial para procurar ou atrair peixe. O limite diário é 15 kg de peixe e cefalópodes, sem contar o maior exemplar. Invertebrados somam 2 kg por dia.
Perguntas frequentes
Como está a visibilidade da água em Viana do Castelo hoje?
Depende sobretudo da ondulação recente. Depois de mar grande, a água fica fria e turva; melhora em calmarias prolongadas de verão, com vento de leste ou nordeste.
Viana do Castelo é boa para iniciantes?
Não é a melhor primeira zona a solo. Mesmo as entradas mais abrigadas têm pedra escorregadia, água fria e saída difícil quando a ondulação cresce.
Qual é o melhor ponto para caça submarina em Viana?
Montedor é o recife mais interessante, mas só para quem já lê costa exposta. Para uma entrada mais abrigada, Pedras Ruivas costuma ser mais tolerante.
Pode-se caçar junto às praias vigiadas?
Na época balnear, evita a zona de banhos e os setores com nadador-salvador. Trabalha fora dos banhistas e usa sempre boia visível.
Que fato usar no litoral norte?
A água é fria mesmo no verão. Um fato espesso, escarpins e luvas ajudam, sobretudo nas entradas de rocha.