- janela
- —
A análise deste spot está na subscrição: entrada, fundo, perigos, janela de maré.
Abrir na appHoje — no limite — onda, vento e visibilidade.
Fontes e confiança
Compilado pelo motor de estado do mar da spearo · Como funciona →
O veredicto sai de sete fatores da água e de bloqueios de segurança — não de dez separadores. Ir ou ficar.
O nosso próprio modelo
Motor de previsão próprio — não é um widget de terceiros. Pesa estes fatores da água num único veredicto de ir ou ficar para esta costa; o mostrador de 0 a 10 é esse veredicto, mostrado como número.
Bloqueios de segurança
Tudo se resume a uma nota de 0 a 10 e um veredicto: ir ou ficar.
É uma previsão, não uma garantia — o mar decide por último.
Onde entrar e onde procurar peixe
Vento, ondulação e as janelas de swell — quando ir e as melhores horas.
O dia é escolhido em cima, no destaque. Aqui ficam as janelas do dia, o mapa hora a hora e as tendências. Toca numa janela para analisar as condições.
Deixa o e-mail — e assim que abrir uma janela em Portimão / Praia da Rocha, enviamos o veredicto «ir / não ir». Só precisas do e-mail.
O que falta? Diz-nos o que gostarias de ver — novos pontos, espécies, dados ou funcionalidades. Lemos tudo.
Visibilidade e o que a manda — clareamento pós-temporal, pluma do rio, temperatura e a termoclina.
O spearo.app reúne vento, onda, período da ondulação, visibilidade, marés, temperatura da água e risco num só veredicto — ir ao ponto ou não. Calcula 7 dias à frente a partir de modelos marítimos abertos (Open-Meteo, IPMA), sem registo nem contas. Feito para a caça submarina a solo dos rochedos, onde qualquer erro custa caro.
Já disponível: 3016 locais em 406 zonas de costa — Portugal continental, Madeira e Açores.
Ver todos os locaisRelevo e tipo de fundo, marés e as profundidades de cada local.
Os modelos definem a janela. Mas entrar ou não vê-se só à beira de água: conta as séries, observa a rebentação na entrada. Na dúvida, não entras.
Entradas reconhecidas, coloridas pelo dia de hoje. A cor é o estado do mar no ponto, não uma garantia: a rebentação e a entrada escorregadia decides no local.
Abrir o mapa do fundoA análise deste spot está na subscrição: entrada, fundo, perigos, janela de maré.
Abrir na appA análise deste spot está na subscrição: entrada, fundo, perigos, janela de maré.
Abrir na appO melhor spot documentado de mergulho livre em Portimão: paredes calcárias submersas com esponjas, moreias, congros, mero, polvo. Praia concessionada — caça submarina proibida até 300 m na época balnear (jun–set), só fora de época e com licença.
Google MapsMenos gente que a Rocha; o recife das rochas à direita concentra peixe. Praia concessionada — caça submarina proibida até 300 m na época balnear; só fora de época e com licença.
Google MapsA análise deste spot está na subscrição: entrada, fundo, perigos, janela de maré.
Abrir na appPopular para pesca à linha no molhe, NÃO para caça submarina: praia concessionada ao lado (300 m na época) e canal de navegação movimentado. Só reconhecimento de terra — zona vermelha real pelo tráfego.
Google MapsConhecido para pesca de rocha, não documentado como entrada de caça. Reconhecer a partir de terra em calmaria total; manter-se longe do canal de navegação. Fora de concessão, mas muito traiçoeiro a solo.
Google MapsA SOLO é o maior risco: debaixo de água pode perder-se a consciência por falta de oxigénio, em silêncio e fatalmente, sem ninguém por perto. A solo nunca é verdadeiramente «seguro». Abaixo ficam as melhores janelas pelo tempo; leva a boia, avisa alguém do plano e da hora de saída, e qualquer dúvida — não vás.
Câmaras, mapa e referência — à mão quando sobes.
Vê a câmara ANTES de sair. Espuma, água castanha/esverdeada turva ou ondas a lavar as rochas de entrada = não ir. À noite/com nevoeiro a câmara é inútil — assume «desconhecido», NÃO «verde».
Na época agora: Robalo, Salema, Polvo, Tainha
As regras mudam. Antes de sair, confirma com a DGRM / ICNF / Capitania e a tabela de defeso.
A pesca submarina em Portimão faz-se na costa sul do Algarve, da Praia da Rocha aos Três Castelos e ao Vau, numa costa virada a sul e abrigada. Por estar de costas para a ondulação dominante de oeste, o mar costuma estar calmo e a água mais quente e limpa do que no oeste atlântico, com visibilidade de 7 a 14 metros entre junho e outubro. O senão são a ondulação de sul, que suja a água, e as praias concessionadas, onde a caça é proibida a 300 metros na época balnear. É preciso licença e só em apneia.
As duas entradas documentadas são enseadas rochosas viradas a sul, abrigadas do vento e da ondulação de oeste pelos promontórios e pelas arribas. Ambas são praias concessionadas: na época balnear a caça submarina é proibida a 300 metros, por isso a solo só fora de época e com licença. Os pontos vermelhos da foz do Arade, a Ponta do Altar e o Molhe Leste, ficam de fora. Têm rebentação e sifões nas rochas, corrente na barra e tráfego constante de ferries de Ferragudo, barcos de pesca e navios de cruzeiro, e servem apenas para reconhecimento de terra em calmaria total.
| Spot | Tipo | Profundidade | Nível | Acesso | Notas |
|---|---|---|---|---|---|
| Praia dos Três Castelos | Enseada com arcos rochosos, virada a sul |
Todos os 42 locais → · Região: Algarve · spearo.app — Todos os países
| Raso, ao longo das paredes submersas |
| Intermédio; só fora da época balnear |
| Escadas da arriba no miradouro dos Três Castelos, cerca de 120 degraus; um túnel na rocha liga à Praia da Rocha. Entra pela areia. |
| O melhor local de mergulho livre documentado em Portimão: paredes de calcário submersas com esponjas, moreias, congro e polvo. Praia concessionada, com caça proibida a 300 m na época balnear (junho a setembro); só fora de época e com licença. Cuidado com a queda de pedras das arribas e com a prisão nos arcos se a ondulação crescer. |
| Praia do Vau | Enseada abrigada por arribas vermelhas, recife à direita | Raso, sobre o recife do lado direito | Intermédio, mais calmo que a Rocha | Entra pela areia; o melhor é ao longo das rochas do lado direito (oeste), virado ao mar. Parque e rampa na frente do Vau. | Mais calmo do que a Praia da Rocha e o recife do lado direito guarda peixe. Também concessionada, proibida a 300 m na época balnear; só fora de época e com licença. Há rochas submersas na zona de banho, sobretudo em frente ao pináculo isolado, perigosas na saída com ondulação de sul. |
O outono é a melhor altura para caçar de costa em Portimão. A costa está virada a sul, ao contrário do oeste atlântico, e não tem afloramento costeiro, por isso a água aquece e clareia no verão, com visibilidade de 7 a 14 metros de junho a outubro. Mas na época balnear, de junho a setembro, a caça é proibida a 300 metros das praias concessionadas, que são precisamente as melhores enseadas. A janela livre abre em outubro: a concessão levanta, o polvo entra no pico de setembro a novembro e o sargo e a dourada ainda andam no recife. O inimigo do dia é a ondulação de sul, o único rumo a que esta costa está exposta. Com mar de sul e maré a encher, as enseadas turvam e a saída pelas rochas fica perigosa.
As espécies e os tamanhos mínimos são nacionais, iguais em todo o Portugal continental. No recife raso da costa sul saem sobretudo sargo (mínimo 17 cm, de abril a setembro), dourada (19 cm, muito arisca, à espera sobre areia ou ervas) e choupa (23 cm), com robalo (36 cm) nos baixios ao amanhecer e ao lusco-fusco. O polvo, regulado por peso mínimo de 750 g, tem o pico no outono. A salema apanha-se todo o ano nos primeiros metros, mas não se come a cabeça nem as vísceras. O mero é totalmente protegido e não pode ser capturado, tal como os cavalos-marinhos. A santola tem defeso de 15 de fevereiro a 15 de junho.
A visibilidade depende da ondulação de sul, da maré e da distância à foz do Arade. Por a costa estar abrigada, costuma estar calma e clara no verão, entre 7 e 14 metros nas enseadas, mas a saída do rio e as praias movimentadas turvam a água junto à cidade. A melhor clareza fica ao largo, nos recifes e no parque de naufrágios Ocean Revival, onde a pesca submarina se faz de barco e Portimão tem base de charters. Com ondulação de sul e maré a encher, a água fecha depressa, sobretudo no Vau, em frente às rochas. Para o estado do mar do dia, confirma a previsão e as câmaras ao vivo da Praia da Rocha antes de sair.
As barras de rio não estão documentadas como entradas de caça na nossa base. A foz do Arade, ao lado da Praia da Rocha, mostra porquê: a Ponta do Altar e o Molhe Leste são zonas vermelhas, com rebentação e sifões nas rochas, corrente na barra e tráfego constante de ferries, barcos de pesca e navios de cruzeiro. A barra do Alvor tem os mesmos problemas de qualquer estuário, com água turva no refluxo e embarcações a passar. A caça nas barras não compensa; a água limpa e o peixe estão nos recifes, longe da foz.
As entradas de costa documentadas são a Praia dos Três Castelos e a Praia do Vau, duas enseadas rochosas viradas a sul. Ambas são concessionadas, por isso na época balnear a caça é proibida a 300 metros e só fica livre fora de época, com licença. Nessa época, a melhor pesca submarina é de barco, nos recifes ao largo e junto ao parque Ocean Revival.
Sim. A licença de pesca submarina é nacional, obrigatória a partir dos 16 anos e custa cerca de 25 euros por ano, com opções diária e mensal. A caça só é permitida em apneia. Confirma sempre as regras em vigor na DGRM antes de sair.
Nas praias concessionadas, a caça submarina é proibida a 300 metros durante a época balnear, que no Algarve vai sobretudo de junho a setembro. Fora dessa época abre, com licença. Em qualquer altura, a boia de sinalização tem de estar a menos de 30 metros do mergulhador.
O limite diário da pesca submarina é de 15 kg de peixe e cefalópodes, excluindo o maior exemplar. Os invertebrados, como a santola, contam num limite à parte de 2 kg por dia. São regras nacionais, iguais em toda a costa.
Não. A pesca submarina só é permitida de dia, entre o nascer e o pôr do sol. É proibido usar luz artificial para encontrar ou atrair peixe; a lanterna serve apenas para segurança.
A dourada tem tamanho mínimo de 19 cm em Portugal. Na mesma costa, o sargo é 17 cm, a choupa 23 cm, o robalo 36 cm e a corvina 42 cm; o polvo é regulado por peso, com mínimo de 750 g. São valores nacionais.