- janela
- Cedo de manhã, antes da brisa e dos banhistas; melhor estação fim de primavera a outono, com água mais limpa. Lembra a regra dos 200 m da zona balnear no verão, com nadador-salvador.
- maré
- Melhor com maré cheia ou meia-maré; na baixa-mar as pedras submersas das pontas ficam à tona e a saída por elas torna-se complicada.
- abrigo
- Baía virada a sul, abrigada por arribas de ambos os lados — corta a ondulação atlântica dominante de oeste e a nortada (vento NW). É a entrada mais abrigada de Sagres, plana a maior parte do ano.
- perigo
- O perigo dominante é a corrente ao longo das pontas rochosas (fóruns e centros de mergulho avisam de corrente forte na zona 'à frente do Telheiro') e as pedras escondidas na saída. A solo — boia com bandeira obrigatória, fica junto às rochas e não em água aberta.
- acesso
- A pé do centro de Sagres pela N268, com estacionamento e escadas até à areia; entrada de areia suave ao meio, nada-se para as pedras à esquerda (Telheiro) ou à direita.
A entrada clássica de Sagres para caça de costa: areia ao meio para entrar, pedras nas pontas com peixe (sargo, robalo, polvo). Não caçar na zona balnear vigiada.
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