- janela
- No verão a praia inteira é zona balnear, e a ordenança de Málaga proíbe caçar nela das 10:00 às 21:00 entre 1 de junho e 30 de setembro. Na prática: de junho a setembro não há aqui nada a fazer. Resta-te o amanhecer cedo e os meses frios, com a água a 15–16 graus e a orla vazia.
- maré
- Aqui a maré não se conta de todo: o micromaré da baía de Málaga não move nada. O único que vale a pena olhar é para onde rebenta o mar ao longo daquela faixa estreita e para a pluma turva que desce da cidade depois de uma carga de água. Corrente estável não há: o que sentes é arrasto de vento junto à marginal.
- abrigo
- O troço mais abrigado de toda a costa urbana: a oeste tapam-no os molhes do porto de Málaga e a água consta oficialmente como tranquila. O Levante (E) chega já desfeito e o Poniente (W) é cortado pelo porto quase por completo. O preço é um canto de baía onde a água mal se renova.
- condições
- Com franqueza: para a caça isto é marginal. Praia com 550 m de comprimento e mal cinco de largura, fundo de areia e um roquedal estreito em frente ao centro da praia. A visibilidade é quase sempre fraca: ao lado tens a foz do Guadalmedina e o porto. Só compensa vir no inverno, para soltar o corpo e treinar descidas.
- perigo
- A ordenança fecha ainda a noite do Pregón de la Feria, em agosto, quando a cidade inteira está na marginal. Carregar a arma fora de água é proibido, e aqui tens o bar, o passeio e os banhistas colados: carrega só dentro de água. Ouriços no roquedal e, por vezes, vidros junto à rebentação. A boia é obrigatória, não te afastes dela mais de 25 m.
- acesso
- Extremo este do Paseo Marítimo Antonio Machado; chega-se de autocarro urbano e estacionar na rua é lotaria em qualquer altura do ano. Do passeio à água são dois passos, entrada por areia escura. O roquedal fica em frente à parte central da praia, a uns quarenta metros, com dois a três metros de fundo pelo caminho.
Rochedo urbano; entrada fácil, pouco exposto, marginal para a pesca.
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