Pesca submarina em Tavira — vento, ondulação, visibilidade, marés e câmaras ao vivo

spearo.app / Portugal / Tavira
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◈Tavira · Portugal
5.4
onda 0.2 m
visibilidade~5m

Nolimite

Hoje — no limite — onda, vento e visibilidade.

Fontes: IPMA · boias · Open-Meteo · Copernicus — confiança alta · dados 04:49

Fontes e confiança

Fontes
IPMA · boias · Open-Meteo · Copernicus
Método
motor de estado do mar spearo: consenso de até 6 modelos + clareza por satélite (ZSD) + viés medido nas boias
Atualização
Relido a cada hora, por costa

Compilado pelo motor de estado do mar da spearo · Como funciona →

O veredicto sai de sete fatores da água e de bloqueios de segurança — não de dez separadores. Ir ou ficar.

Como calculamos esta nota

O nosso próprio modelo

Motor de previsão próprio — não é um widget de terceiros. Pesa estes fatores da água num único veredicto de ir ou ficar para esta costa; o mostrador de 0 a 10 é esse veredicto, mostrado como número.

01
Ondulação e memória da onda
Altura, período e direção da ondulação, mais o rasto das tempestades recentes — um temporal passado ainda turva a água, e o motor lembra-se.
02
Vento e rajadas
Velocidade e rajadas hora a hora — a velocidade do vento e o vento de mar picam a superfície e cortam a visibilidade.
03
Fase da maré
Hora e amplitude da maré, calibradas por costa — marés vivas fortes puxam o veredicto para a cautela.
04
Temperatura da água
Temperatura à superfície — água demasiado fria veta o veredicto verde.
05
Correntes e escoamento
Direção e deriva da corrente — arrasta-te e também empurra a água turva costeira para onde mergulhas.
06
Chuva e clareza do ar
A chuva turva a água junto à costa com o escoamento de terra, e o nevoeiro corta a visibilidade à superfície.
07
Forma da costa e exposição
Como a costa se abre à ondulação — uma enseada abrigada mantém a água limpa; um cabo exposto de frente leva penalização.

Bloqueios de segurança

  • Previsão de trovoada — vermelho imediato, sem exceções.
  • Aviso oficial (MeteoAlarm / IPMA) — amarelo, ou vermelho nos níveis mais altos.
  • Falta de dados de entrada — um possível verde é travado em amarelo em vez de exagerado.
  • Forte discordância entre os modelos de previsão — um dia verde é puxado para amarelo.
  • Horas de noite — onde a caça submarina noturna é proibida por lei a janela é vermelha à força; onde é legal (Austrália fora de NSW, Nova Zelândia, África do Sul) fica travada em amarelo, nunca verde.

Tudo se resume a uma nota de 0 a 10 e um veredicto: ir ou ficar.

É uma previsão, não uma garantia — o mar decide por último.

Pontos de entradaZonas de reserva

Onde entrar e onde procurar peixe

Pontos de entrada com coordenadas
Relevo do fundo — zonas promissoras

Este veredicto — no bolso. Abre a app e vê a janela da semana.

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aponte a câmara
0 m

Superfície

Vento, ondulação e as janelas de swell — quando ir e as melhores horas.

spearo.app
calmoatualizado 04:49
Tavira — a solo, dos rochedos
NO LIMITE
cuidado — sozinho, evita entrar pelas rochas; confirma no local · vento 17 km/h, rajadas até 36 — cuidado
onda 0.2 mvento 17, rajadas 36 km/hvisibilidade ~5 mjanela 06:00–18:00
hoje, melhor janela 06:00–09:00
peixe · Visibilidade 5 m · Água 18.4°C
confiança baixa · veredicto para o dia escolhido
Semana inteira — toca num dia. está a empurrar ondulação.
›
Risco a solo: leva uma boia · diz a alguém o teu plano e a hora de saída · na dúvida = não vais. Planeador por modelos, a decisão é no local.
Dia escolhido

Janelas, horas
e tendências do dia.

O dia é escolhido em cima, no destaque. Aqui ficam as janelas do dia, o mapa hora a hora e as tendências. Toca numa janela para analisar as condições.

domingo · hoje2026-10-25
06:47–17:41 · lua cheia
▲ 01:00▼ 07:00▲ 13:00▼ 19:00 · 2.9 m
Horas (06→20)
06
09
12
15
18
Tendências do dia
Maré0.21 m
Onda0.08 m
Vento15 km/h
Água19 °C
atividade dos peixes: pôr da lua 05:56 · média · lua no nadir 11:30 · alta · nascer da lua 17:01 · média · lua no zénite 00:00 · alta
Janela de condições06:00–09:00
cuidado — sozinho, evita entrar pelas rochas; confirma no local peixe ·
Hs 0.24 m · calmoperíodo 2.8 svento 17→36surge 0viz 5 m
0.24 mcalmo · até ~0.48 · 46° de través
2.8 sondulação moderada
17→36rajadas 36 km/h
0rebentação fraca
0.11m/s
5 msatélite: aqui a água costuma ser mais turva
18.4°C5 mm + touca
▲13:00mudança de maré próxima
Atmosfera39 kmreferências à vista
médiapôr da lua
  • vento 17 km/h, rajadas até 36 — cuidado
  • primeiras horas de enchente — o peixe entra
confiança baixacrepúsculo
Abrir o mapa do fundo com os pontos →
Em breve

Recebe o veredicto «ir / não ir» de Tavira no teu e-mail

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PortugalPortugal

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Cidades próximas

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  • Lagoa / Carvoeiro

Algarve

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  • Lagos / Praia da Luz
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  • Sagres

Alentejo

  • Odeceixe
  • Zambujeira do Mar
  • Vila Nova de Milfontes
  • Porto Covo
  • Sines

Setúbal · Arrábida

  • Setúbal / Tróia
  • Arrábida
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spearo.app · instrumento marítimo privado · Tavira · planeador, não uma garantia de segurançaPrivacidade
Hoje
Avisa-me
Mapa
Melhor janela · próximos 3 dias
no limiteamanhã · 06:00–09:00
vê-se ~6 m à frente peixe

transparência perto ~5 m · satélite, há 2 diasestimativa de satélite · junto à costa pode variar

↓ baixa-mar 06:39 · estofo ~05:54–07:24 melhores horas: 10:30–12:30 · 16:31–17:31

Avisa-me quando der para ir

Só o e-mail — mais nada é preciso.

A melhor janela — contigo. Previsão no bolso.

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−10 m

A coluna de água

Visibilidade e o que a manda — clareamento pós-temporal, pluma do rio, temperatura e a termoclina.

O que é

Instrumento marítimo
go / no-go para a caça a solo.

O spearo.app reúne vento, onda, período da ondulação, visibilidade, marés, temperatura da água e risco num só veredicto — ir ao ponto ou não. Calcula 7 dias à frente a partir de modelos marítimos abertos (Open-Meteo, IPMA), sem registo nem contas. Feito para a caça submarina a solo dos rochedos, onde qualquer erro custa caro.

Já disponível: 3016 locais em 406 zonas de costa — Portugal continental, Madeira e Açores.

Ver todos os locais →
−20 m

O fundo

Relevo e tipo de fundo, marés e as profundidades de cada local.

Na rocha

A previsão é o plano.
A decisão é na rocha.

Os modelos definem a janela. Mas entrar ou não vê-se só à beira de água: conta as séries, observa a rebentação na entrada. Na dúvida, não entras.

Pontos de entrada

Por onde entrar
dos rochedos.

Entradas reconhecidas, coloridas pelo dia de hoje. A cor é o estado do mar no ponto, não uma garantia: a rebentação e a entrada escorregadia decides no local.

Abrir o mapa do fundo →
Barra de Tavira — molhe nascente (Ilha de Cabanas), lado oceânicoBarra de Tavira
no limite
hoje ao abrigo do cabo — ondulação de través/de trás
janela
Ao amanhecer, com calma antes da brisa. Verão a início de outono, água a 20–24 °C. Só com luz do dia — a caça é proibida do pôr ao nascer do sol.
maré
A mesma barra, a mesma regra: é dominada pela vazante, a enchente é a metade mais lenta e mais longa do ciclo. Mergulha no estofo ou na enchente; uma vazante de maré viva corre para o mar sobre o delta a velocidades contra as quais ninguém nada — os modelos dão mais de 3 m/s.
abrigo
A mesma costa aberta a S/SSE, sem abrigo natural — só existe o paredão do molhe. A face exterior dá um sotavento parcial à ondulação de O/SO que contorna a barra e, quando o vento não serve ao molhe poente, é normalmente deste lado que se trabalha. Contra o levante não há aqui nada.
condições
A mesma janela do molhe poente: ondulação abaixo de ~0,5 m, vento fraco de terra ao amanhecer, ~4,3 m de areia por baixo. É a alternativa do par — escolhe a face que estiver ao abrigo do vento nessa manhã. O levante fecha as duas: vaga curta e areia em suspensão.
perigo
Primeiro a lei: todos os molhes e esporões a norte das cabeças dos dois molhes ficam dentro da Ria Formosa, onde a caça submarina é proibida pela Portaria 560/90. Água legal é só o lado oceânico das cabeças — não avances pela estrutura para dentro e fica fora do canal de navegação da barra. Depois, o jato de vazante e o tráfego de embarcações na barra: boia com bandeira sempre.
acesso
De Cabanas de Tavira: ferry para a Ilha de Cabanas e depois a pé para poente ao longo da ilha até ao molhe; ou de barco. Entrada pela areia e nado até à face exterior, fora da linha do canal. Confirma o último ferry antes de entrar — a ilha não tem estrada.

Face exterior do molhe nascente da mesma barra. Todos os molhes e esporões a norte das cabeças ficam dentro da Ria Formosa, onde a caça submarina é proibida. ~4,3 m.

Google Maps
Barra de Tavira — molhe poente (Ilha de Tavira), lado oceânicoBarra de Tavira
no limite
melhor candidato para hoje
hoje ao abrigo do cabo — ondulação de través/de trás
janela
Ao amanhecer, na calmaria antes de a brisa crescer ao longo do dia. Verão a início de outono — água a 20–24 °C, a mais quente da costa portuguesa. Só com luz do dia: a caça submarina é proibida do pôr ao nascer do sol.
maré
É aqui que se ganha ou perde a segurança. A barra de Tavira é dominada pela vazante como o resto da Ria Formosa — na barra de Faro-Olhão, em maré morta, a enchente corre a ~0,4 m/s contra ~0,8 m/s de vazante, e os modelos dão mais de 3 m/s de velocidade média em profundidade numa vazante de maré viva. Mergulha no estofo ou na enchente, nunca numa vazante de maré viva: o jato de vazante dispara para o mar sobre o delta e leva o mergulhador para fora.
abrigo
Sem abrigo natural — é a frente oceânica de uma ilha-barreira virada a S/SSE. O único resguardo é o próprio paredão do molhe: corta a ondulação de O/SO que contorna a costa, e toda esta costa fica a sotavento do Cabo de São Vicente, pelo que a ondulação aqui é a mais pequena do continente. Contra o levante, o vento de leste que sopra ao longo da praia, esta face não tem abrigo nenhum.
condições
Janela: ondulação abaixo de ~0,5 m e vento fraco de terra ao amanhecer — o molhe é a única estrutura dura em quilómetros de areia, por isso concentra o peixe. O levante fecha a zona: vaga curta e dura e areia em suspensão. Por baixo tens ~4,4 m de areia, logo a visibilidade cai assim que há ondulação ou corrente de maré a puxar.
perigo
Primeiro a vazante: o jato de uma maré viva nesta barra leva-te para fora e num fundo de areia não há onde agarrar. Depois a lei — a caça é proibida no canal de navegação da barra e tudo a norte das cabeças dos molhes já é Ria Formosa, proibida pela Portaria 560/90; trabalha só na face exterior. A seguir o tráfego de embarcações na barra: boia com bandeira obrigatória e conta o ferry de regresso — estás numa ilha sem outra saída.
acesso
Ferry de Tavira (Quatro Águas) para a Ilha de Tavira e depois a pé para nascente ao longo da ilha até ao molhe; ou de barco. Entrada pela areia e nado até à cabeça, ~250 m, fora da linha do canal. Confirma o último ferry antes de entrares na água.

Face oceânica (SE) do molhe poente, ~250 m da cabeça, fora do canal da barra. A praia da Ilha de Tavira consta do registo de pesqueiros. ~4,4 m.

Ilha de Tavira — troço poente (frente oceânica)Ilha de Tavira, troço poente
no limite
hoje ao abrigo do cabo — ondulação de través/de trás
janela
De manhã cedo, na calma antes da brisa. Verão a início de outono. Só com luz do dia — e conta com luz também para a longa caminhada de ida e volta.
maré
Estofo ou enchente, como em todo o sistema: a Ria Formosa é dominada pela vazante e, em maré viva, a corrente sai para o mar pelas barras. A maré cheia dá ainda melhor visibilidade sobre a areia.
abrigo
Não há abrigo — o meio vazio da Ilha de Tavira, frente oceânica a S/SSE, sem povoação nem cais por perto. Só conta o sotavento do Cabo de São Vicente, que deixa aqui a ondulação mais pequena que na costa oeste; o levante corre ao longo da praia sem nada que o trave.
condições
~5,1 m de areia — mais fundo que os pontos de praia, mas só funciona em dia liso: ondulação abaixo de ~0,5 m e sem levante. Não há relatos diretos de caça submarina neste troço — encara-o como reconhecimento, não como plano para o dia.
perigo
O perigo principal é o isolamento: ~8,5 km da cidade, sem povoação nem cais por perto, sem socorro e sem saída rápida — aqui não se vem sozinho. Em areia uniforme e água turva perdes a orientação: boia com bandeira e uma marca em terra. Atrás de ti fica a Ria Formosa, onde a caça é proibida.
acesso
Ou uma longa caminhada para poente ao longo da Ilha de Tavira desde o cais mais próximo, ou de barco — não há cais junto a este troço. Entrada pela areia. Planeia o regresso antes de partires: a ilha não tem estrada.

Troço poente da frente oceânica da Ilha de Tavira, ~8,5 km do centro. Sem relatos diretos de caça submarina. ~5,1 m.

Google Maps
Praia da Terra Estreita (Santa Luzia) — frente oceânicaIlha de Tavira, Santa Luzia
no limite
hoje ao abrigo do cabo — ondulação de través/de trás
janela
De manhã cedo, na calma antes da brisa. Verão a início de outono, água a 20–24 °C. Só com luz do dia — a caça do pôr ao nascer do sol é proibida.
maré
Melhor com maré cheia e estofo: mais água sobre a areia e o mínimo de corrente. Todo o sistema é dominado pela vazante — se derivares na direção da barra, que seja na enchente e nunca numa vazante de maré viva.
abrigo
Sem abrigo natural — lado oceânico da Ilha de Tavira em frente a Santa Luzia, aberto a S/SSE. Só conta o sotavento do Cabo de São Vicente, que deixa aqui a ondulação mais pequena que na costa oeste. É mais sossegado que o Barril ou a praia da ilha junto à cidade, mas sossego não é abrigo.
condições
É o mais fundo dos pontos de praia de Tavira — ~5,2 m, um pouco mais de água, por isso aguenta melhor que as praias de dois ou três metros ao lado. Janela: ondulação abaixo de ~0,5 m e sem levante. Fundo de areia: assim que entra ondulação ou a corrente acelera, a areia levanta e a visibilidade desaparece.
perigo
Não há onde agarrar nem por onde te orientares: numa frente de areia com pouca visibilidade perdes a posição depressa — boia com bandeira e uma marca em terra são obrigatórias. Depois a deriva ao longo da costa e a corrente de maré do sistema. E lembra: estás numa ilha-barreira sem estrada — conta o ferry de regresso a Santa Luzia. A ria atrás de ti é a Ria Formosa, onde a caça é proibida.
acesso
Ferry de Santa Luzia para a Ilha de Tavira e depois a pé pela ilha até ao lado oceânico. Entrada pela areia, nado para lá da rebentação. A ilha não tem estrada — conta o ferry de regresso com antecedência.

Lado oceânico da Ilha de Tavira em frente a Santa Luzia. ~5,2 m.

Google Maps
Praia de Cabanas (Ilha de Cabanas) — frente oceânicaIlha de Cabanas
no limite
hoje ao abrigo do cabo — ondulação de través/de trás
janela
Ao amanhecer, antes da brisa e antes de a praia encher. Verão a início de outono, com água quente e mais calma. Só com luz do dia.
maré
Maré cheia e estofo dão-te a profundidade extra e a água mais limpa que aqui é possível. A barra de Tavira fica pouco mais de um quilómetro a sudoeste e é dominada pela vazante, cuja corrente puxa ao longo desta frente — não entres numa vazante de maré viva.
abrigo
Nenhum. Frente oceânica aberta de uma ilha-barreira a S/SSE; a única coisa a teu favor é o sotavento do Cabo de São Vicente, que deixa aqui a ondulação atlântica mais pequena do que em qualquer ponto da costa oeste. Contra o levante não há abrigo.
condições
Só em dia de verão liso — ondulação abaixo de ~0,3 m e sem levante. Com ~2,6 m de água isto é caça na zona de rebentação, e a rebentação fica leitosa com a mínima ondulação ou corrente. A câmara de Tavira assinala robalo e sargo junto à costa, mas não há estrutura nenhuma — não é ponto de objetivo.
perigo
Na época é praia com nadador-salvador — mantém 50 m da zona balnear marcada e conta com banhistas. A ria por trás da ilha é Ria Formosa, água proibida: não atravesses de volta com a arma carregada. Junta-se a rebentação baixa, a corrente da barra ali ao lado e os barcos que levam gente à ilha.
acesso
Ferry curto a partir da marginal de Cabanas de Tavira e depois uns minutos a pé pela ilha até à praia oceânica. Entrada direta pela areia, ~250 m para lá da rebentação. Planeia o ferry de regresso.

Frente oceânica da Ilha de Cabanas, ~250 m da linha de água. A câmara de Tavira assinala robalo e sargo junto à costa. ~2,6 m.

Google Maps
Praia do Barril (Ilha de Tavira) — frente oceânicaIlha de Tavira, Barril
no limite
hoje ao abrigo do cabo — ondulação de través/de trás
janela
Só muito cedo. No verão o Barril é das praias mais concorridas da ilha: depois do primeiro comboio de Pedras d'El Rei já é praia de banhos e não sítio de caça. Estação verão a início de outono, só com luz do dia.
maré
Maré cheia e estofo, pela pouca profundidade que aqui há. Na vazante a água turva e a deriva aumenta; numa vazante de maré viva não há nada a fazer.
abrigo
Nenhum abrigo — frente oceânica aberta da Ilha de Tavira a S/SSE, areia pura sem uma única estrutura. A única vantagem é o sotavento do Cabo de São Vicente: chega aqui menos ondulação atlântica que na costa oeste. Do levante não há como fugir.
condições
~3,2 m de areia e estrutura nenhuma — no máximo dar uma vista de olhos numa manhã de verão lisa e sem vento. Com qualquer ondulação ou levante a rebentação fica opaca. Não é ponto de objetivo: vens aqui porque já estás na ilha.
perigo
Primeiro as pessoas: na época é zona balnear vigiada, regra dos 50 m, banhistas por todo o lado — arma carregada ao pé deles é inaceitável. Segundo, a rebentação baixa e a deriva ao longo da costa sobre areia sem uma única referência. O lado da ria é Ria Formosa, onde a caça é proibida.
acesso
De Pedras d'El Rei pela ponte pedonal, depois o comboio turístico ou a pé pela linha até ao Barril, e daí para o lado oceânico. Entrada direta pela areia.

Frente oceânica da Praia do Barril. ~3,2 m.

Google Maps

A SOLO é o maior risco: debaixo de água pode perder-se a consciência por falta de oxigénio, em silêncio e fatalmente, sem ninguém por perto. A solo nunca é verdadeiramente «seguro». Abaixo ficam as melhores janelas pelo tempo; leva a boia, avisa alguém do plano e da hora de saída, e qualquer dúvida — não vás.

Um olhar de manhã — e sabes se vais.

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≈

Subida

Câmaras, mapa e referência — à mão quando sobes.

Câmaras ao vivo, mapa e referência
Abrir o mapa do fundo →
Referência

O que está na época,
o que diz a lei.

Na época agora: Robalo, Salema, Polvo, Tainha

Na época agora
  • Robalo
    <4 m · fim da vazante → início da enchente · amanhecer/anoitecer
    Alvo principal. Foge da luz — escolhe janelas de madrugada/crepúsculo.
  • Salema
    0–2 m · — · dia
    O alvo mais fácil 0–6 m. ⚠️ NÃO comer cabeça/vísceras (ictiossarcotoxismo).
  • Polvo
    1–6 m · preia-mar · crepúsculo
    Pico no outono. O covil reconhece-se pelo monte de conchas. Não tirar fêmeas com ovos. Peso mín. 750 g (DGRM).
  • Tainha
    0–2 m · — · —
    Extremamente cautelosa; a água turva ATRAPALHA. Oportunista, em enseadas calmas.
  • Santola
    1–10 m · baixa-mar (plataforma de recife a descoberto) · manhã calma (≤2 na escala)
    Carapaça ≥12 cm. Pico em julho–agosto. DEFESO 15.02–15.06. Limite 2 kg/dia.
Lei
🦀 aberta (época 16.06–14.02)
  • ✓Licença de pesca submarina obrigatória, diária/mensal/anual (~€25/ano). Espingarda = licença obrigatória. (DL 246/2000, art. 12.º + 12.º-A; taxas na , .) Não há idade mínima para a licença, mas os menores de 16 anos estão dispensados dela quando pescam acompanhados por titular de licença (art. 12.º n.º 2 al. b).
  • ✓Apanha manual de marisco SEM artes — sem licença; mas se houver espingarda no mergulho, é precisa licença de submarina (DL 246/2000, art. 12.º n.º 1; ).
  • ✓Noite proibida: caça submarina só de dia (do pôr ao nascer do sol é proibido). Luz artificial como meio de busca/atração de peixe é proibida — lanterna apenas por segurança (, art. 8.º/3 + 3.º/5; DL 246/2000, art. 14.º n.º 1 d).
  • ✓Boia de sinalização OBRIGATÓRIA na caça submarina: boia/flutuador com bandeira «Alfa» (vermelha/laranja/amarela, ≥8 L), a não mais de 30 m do praticante (, art. 4.º/2).
  • ✓Limite diário da caça submarina: peixe + cefalópodes — 15 kg (excluindo o maior exemplar). Pesca lúdica geral à linha — 10 kg (, art. 12.º/1).
  • ✓Invertebrados (incluindo ) — 2 kg/dia no total (, art. 12.º/2).
  • ✓: carapaça mín. 12 cm; 15.02–15.06 — aplica-se também à apanha lúdica (, ; tabela de defesos da ).
  • ✓Tamanhos mín.: robalo 36 cm, sargo 17 cm, dourada 19 cm, choupa 23 cm, corvina 42 cm; polvo 750 g ( + Reg. UE 2019/1241; tabela de tamanhos mínimos da ).
  • ✓Garoupa/mero — totalmente protegido, não pode ser capturado (, art. 10.º + ).
  • ✓Só em apneia: a caça submarina só pode ser exercida por praticante em apneia. Escafandro, rebreather e narguilé são proibidos; a força propulsora não pode ser detonante nem a gás comprimido (DL 246/2000, art. 9.º n.º 3 — o antigo art. 6.º foi revogado).
  • ✓Não se pode vender a captura: expor para venda, colocar à venda ou vender espécimes capturados na pesca lúdica é proibido — destinam-se ao consumo do praticante, do seu agregado familiar ou a doação a instituições de beneficência, científicas ou museológicas (DL 246/2000, art. 7.º).
  • ✓Espingarda carregada fora de água é contra-ordenação (DL 246/2000, art. 14.º n.º 2 f). No mesmo artigo: proibido pescar a distâncias inferiores às legalmente estabelecidas das orlas das praias concessionadas durante a época balnear (n.º 2 d) e em locais interditos por salubridade ou tráfego marítimo (n.º 2 e). Os metros concretos vêm da regulamentação e da capitania — confirma antes de sair.
  • ✓Distâncias entre pessoas: de outro caçador submarino — no mínimo 20 m (, art. 6.º n.º 3), salvo acordo em contrário; a partir de embarcação — 50 m de outras embarcações, praticantes e artes caladas (art. 6.º n.º 2); qualquer embarcação tem de manter 50 m da tua boia de sinalização e de embarcações com bandeira Alfa (art. 7.º n.º 6). O número que circula, «30 m entre caçadores», está errado: 30 m é a distância à TUA boia.
  • ✓O que podes levar para a água: as artes de CAPTURA na caça submarina são a espingarda, a faca de mariscar, o puxeiro e a arrelhada (, art. 3.º n.º 3). Não é uma proibição do restante equipamento: o art. 4.º n.º 1 permite expressamente equipamentos para protecção contra o frio, para melhorar a flutuabilidade, para protecção ou segurança e para transporte do produto da pesca, e quaisquer outros que não permitam a captura directa de exemplares. Isco e engodo na caça submarina são PROIBIDOS (art. 5.º n.º 3). É proibido transportar ou ter a bordo em simultâneo espingarda e aparelho auxiliar de respiração, e ainda trazer a espingarda em condições de disparo imediato fora de água ou em zonas onde a caça é proibida (art. 3.º n.º 6). Em qualquer embarcação de pesca lúdica, toda a tripulação de colete salva-vidas (art. 4.º n.º 3).
  • ✓Onde a pesca lúdica é proibida de todo (, art. 8.º n.º 1): em áreas delimitadas de estaleiros de construção e reparação naval (sem excepção) e de estabelecimentos de aquicultura — nestes últimos, salvo quando formalmente autorizado pelo concessionário ou proprietário; nos estaleiros não há essa ressalva; a menos de 100 m da foz de qualquer descarga de esgoto assinalada; nas áreas de concessões balneares, na medida fixada pelo POOC; e noutras zonas interditas pela autoridade portuária ou marítima. Em especial para a caça submarina e a pesca embarcada (n.º 2) estão fechados os canais de navegação das barras de portos e de rios, os canais de acesso e os canais balizados. A regra dos «300 m da praia» NÃO existe no continente — esse número vem do diploma da Madeira; no continente a distância é fixada pelo POOC e pelo edital da capitania.
  • ✓Rios fronteiriços Minho e Guadiana: nos troços internacionais a pesca submarina é PROIBIDA — acordos bilaterais Portugal-Espanha, art. 9.º n.º 3 (Minho, RAR 34/2023, em vigor desde 26-05-2023) e art. 6.º n.º 1 (Guadiana, RAR 173/2025, em vigor desde 07-12-2025), ambos «É proibida a pesca submarina». No Guadiana é ainda contraordenação grave (art. 19.º) e está fechada a faixa de 100 m contígua à Reserva Natural do Sapal de Castro Marim (art. 5.º). Troços: da confluência com o Trancoso/Chança até à linha de fecho da foz.
  • ✓Nos restantes troços fluviais fronteiriços com Espanha (fora do TIRM e da zona sob jurisdição marítima do Guadiana) — Decreto 30/88, art. 6.º n.º 1: são proibidos arpões, francadas, tridentes e qualquer instrumento contundente para capturar peixe (al. e), bem como «a pesca ou caça subaquática» com luz artificial e a pesca nocturna (al. g).
  • ⛔ Garoupa / mero (Epinephelus) — totalmente protegido, captura PROIBIDA.
  • ⛔ Cavalos-marinhos (Hippocampus) — protegidos.

As regras mudam. Antes de sair, confirma com a DGRM / ICNF / Capitania e a tabela de defeso.

Protocolo de segurança
  • Sets: observa as séries de ondas ≥15 min antes de entrar; Hmax ≈ 2×Hs, a rebentação pode espraiar-se 50 m além da linha de espuma. Um lull >10 min com período >12 s = um set grande «em atraso», NÃO entres; entra logo após passar um set completo e reavalia ao minuto 30.
  • Saída PRIMEIRO: identifica a saída E uma alternativa antes de entrar. No Cabo Raso/Arriba um aumento de 0,5 m na ondulação torna a saída pelos rochedos impossível — ficar encurralado/sem saída é o principal assassino aqui.
  • Corrente de cabo: no Cabo Raso há uma corrente de retorno topográfica permanente, independentemente do modelo — localiza-a, entra/sai pelo lado a barlavento e nunca nades contra.
  • Frio: fato pela SST do chip; o primeiro arrepio = pico metabólico e queda da apneia → sai ao primeiro arrepio persistente. Limita a sessão a 45–60 min abaixo de 15 °C.
  • Disciplina a solo: boia içada; avisa alguém do local e da hora de saída; apneia conservadora (nunca forces em água fria/turva/com rebentação); visibilidade <3 m — não entres.
  • Nortada (jun–set): o vento reforça a partir do meio-dia — estar fora de água por volta das ~11:00; o mar fica picado — sai.
  • UV 11:00–15:00 (iUV ≥6): protetor solar e cobertura no intervalo à superfície.
  • Solo é um risco fundamental (blackout hipóxico sem parceiro). Qualquer dúvida = não ir.

Perguntas frequentes — pesca submarina em Tavira

Onde fazer pesca submarina em Tavira?

Tavira tem pontos de entrada da rocha como Barra de Tavira — molhe poente (Ilha de Tavira), lado oceânico, Barra de Tavira — molhe nascente (Ilha de Cabanas), lado oceânico e Praia de Cabanas (Ilha de Cabanas) — frente oceânica. Sotavento algarvio: água quente e limpa, ilhas-barreira de areia e pouca rocha junto à costa. Em baixo tens cada ponto (acesso, abrigo e perigos) e a previsão de hoje.

Qual é a melhor época em Tavira?

A temporada mais longa do país: boa de maio a outubro e razoável nos meses de ombro. A costa sul é abrigada da ondulação dominante e tem a melhor visibilidade.

Que temperatura tem a água em Tavira?

A mais quente do continente: ~16–23 °C no verão. Fato de 3 mm em pleno verão, 5 mm nos meses de ombro.

A pesca submarina em Tavira é para principiantes?

A mais acessível do país: água quente, clara e abrigada, com mais dias bons — boa para ganhar horas de água em dias calmos. Mesmo assim, confirma a previsão e os perigos locais.

É preciso licença em Tavira?

Sim — em Tavira, como em todo o continente, é preciso licença de pesca lúdica (DGRM); só em apneia (sem garrafa), com boia de sinalização e sem pescar de noite. Vê o guia para os detalhes.

Guia completo: pesca submarina em Portugal →
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