Fontes:IPMA · boias · Copernicus · Sentinel-2 — confiança alta · dados 14:22
Fontes e confiança
Fontes
IPMA · boias NDBC e IH · Copernicus Marine · Sentinel-2
Método
motor de estado do mar spearo: consenso de 6 modelos + clareza por satélite (ZSD) + viés medido nas boias
Atualização
Relido a cada hora, por costa
Compilado pelo motor de estado do mar da spearo · Como funciona →
O veredicto sai de sete fatores da água e de bloqueios de segurança — não de dez separadores. Ir ou ficar.
Como calculamos esta nota
O nosso próprio modelo
Motor de previsão próprio — não é um widget de terceiros. Pesa estes fatores da água num único veredicto de ir ou ficar para esta costa; o mostrador de 0 a 10 é esse veredicto, mostrado como número.
01
Ondulação e memória da onda
Altura, período e direção da ondulação, mais o rasto das tempestades recentes — um temporal passado ainda turva a água, e o motor lembra-se.
02
Vento e rajadas
Velocidade e rajadas hora a hora — a velocidade do vento e o vento de mar picam a superfície e cortam a visibilidade.
03
Fase da maré
Hora e amplitude da maré, calibradas por costa — marés vivas fortes puxam o veredicto para a cautela.
04
Temperatura da água
Temperatura à superfície — água demasiado fria veta o veredicto verde.
05
Correntes e escoamento
Direção e deriva da corrente — arrasta-te e também empurra a água turva costeira para onde mergulhas.
06
Chuva e clareza do ar
A chuva turva a água junto à costa com o escoamento de terra, e o nevoeiro corta a visibilidade à superfície.
07
Forma da costa e exposição
Como a costa se abre à ondulação — uma enseada abrigada mantém a água limpa; um cabo exposto de frente leva penalização.
Bloqueios de segurança
Previsão de trovoada — vermelho imediato, sem exceções.
Aviso oficial (MeteoAlarm / IPMA) — amarelo, ou vermelho nos níveis mais altos.
Falta de dados de entrada — um possível verde é travado em amarelo em vez de exagerado.
Forte discordância entre os modelos de previsão — um dia verde é puxado para amarelo.
Horas de noite — onde a caça submarina noturna é proibida por lei a janela é vermelha à força; onde é legal (Austrália fora de NSW, Nova Zelândia, África do Sul) fica travada em amarelo, nunca verde.
Tudo se resume a uma nota de 0 a 10 e um veredicto: ir ou ficar.
É uma previsão, não uma garantia — o mar decide por último.
Onde entrar e onde procurar peixe
Pontos de entrada com coordenadas
Relevo do fundo — zonas promissoras
Este veredicto — no bolso. Abre a app e vê a janela da semana.
aponte a câmara
0 m
Superfície
Vento, ondulação e as janelas de swell — quando ir e as melhores horas.
spearo.app
sem dadosatualizado 14:22
Castro Urdiales — a solo, dos rochedos
NÃO IR
não ir · ondulação 1.3 m (por vezes até ~2.6 m)
onda 1.3 m de frentevento 16, rajadas 27 km/hrebentação a bater nas rochasvisibilidade ~1 m
O que falta? Diz-nos o que gostarias de ver — novos pontos, espécies, dados ou funcionalidades. Lemos tudo.
A melhor janela — contigo. Previsão no bolso.
aponte a câmara
−10 m
A coluna de água
Visibilidade e o que a manda — clareamento pós-temporal, pluma do rio, temperatura e a termoclina.
O que é
Instrumento marítimo go / no-go para a caça a solo.
O spearo.app reúne vento, onda, período da ondulação, visibilidade, marés, temperatura da água e risco num só veredicto — ir ao ponto ou não. Calcula 7 dias à frente a partir de modelos marítimos abertos (Open-Meteo, IPMA), sem registo nem contas. Feito para a caça submarina a solo dos rochedos, onde qualquer erro custa caro.
Já disponível: 1391 locais em 205 zonas de costa — Portugal continental, Madeira e Açores.
Relevo e tipo de fundo, marés e as profundidades de cada local.
Na rocha
A previsão é o plano. A decisão é na rocha.
Os modelos definem a janela. Mas entrar ou não vê-se só à beira de água: conta as séries, observa a rebentação na entrada. Na dúvida, não entras.
Pontos de entrada
Por onde entrar dos rochedos.
Entradas reconhecidas, coloridas pelo dia de hoje. A cor é o estado do mar no ponto, não uma garantia: a rebentação e a entrada escorregadia decides no local.
Este cabo pede amanhecer e anticiclone: assim que entra a brisa de noroeste, o dia acabou. O outono é a melhor época, com a água amena e o Agüera baixo. Do ocaso ao nascer do sol é proibido, e o badejo não pode ser levado de 1 de janeiro a 30 de abril.
maré
Em águas vivas a amplitude passa dos quatro metros e muda o acesso por completo: perto da preia-mar entra-se pela rocha sem drama, e na baixa-mar há que atravessar um pedregulhal longo e escorregadio. Na vazante nota-se corrente ao longo do cabo, por isso planeia o regresso.
abrigo
O cabo ergue-se ao pé do monte Candina e olha a norte: o sector de 310° a 60° entra inteiro e o pior rumo, 340°, bate na parede sem nada à frente. O maciço tapa o sul, por isso com vento de terra a água fica quieta debaixo da falésia.
condições
É dos fundos mais limpos do troço: rocha viva, pouco sedimento e, num dia de calma a sério, sete ou oito metros de visibilidade. O que a derruba é a saída do Agüera na ria de Oriñón, mesmo ao lado: com o rio cheio, a água castanha cola-se à costa.
perigo
Sítio isolado e sem cobertura fiável: aqui não se vem sozinho. O Candina larga pedra sobre a praia e é zona protegida com colónia de abutres, por isso respeita os fechos de trilho. A ondulação chega sem vento e lava o pé do cabo; se tens dúvidas, não desças.
acesso
Chega-se pela estrada de Sonabia, estaciona-se na aldeia e desce-se à praiazinha ao pé do monte. Dali nada-se para leste contornando a base do cabo, trezentos ou quatrocentos metros. Não há saída intermédia pela falésia: o regresso é à mesma areia.
Falésia e rocha a este; muito exposto, para avançados.
Na Cantábria não há fecho em dias úteis, por isso pode ser qualquer dia, mas em agosto o parque de campismo de Arenillas enche a praia e compensa madrugar. A melhor época vai de junho a outubro; o badejo, lembra, está vedado de janeiro a abril e depois são duas peças.
maré
Com mais de quatro metros em águas vivas, as lajes de Cerdigo ficam ao ar na baixa-mar e o acesso vira uma caminhada longa sobre pedra com algas, que escorrega como sabão. Em algumas enseadas só se entra bem perto da preia-mar; vê a tabela antes de descer.
abrigo
O troço de Cerdigo a Islares, com a praia de Arenillas ao meio, olha a nor-nordeste e apanha tudo o que desce de 310° a 60°. A ponta rochosa de Cerdigo corta algo do oeste e deixa enseadas aproveitáveis, mas com mar de norte toda a costa rebenta contra as lajes.
condições
Os veris desta costa aguentam bem a visibilidade, cinco ou seis metros num dia decente, porque o fundo é rocha e não areia solta. Quem a estraga é o Agüera, que desagua em Oriñón um pouco a oeste: depois de uma cheia a água castanha chega até aqui.
perigo
Sobre as lajes a ondulação rebenta sem que o vento avise, e a galerna desce de noroeste em questão de minutos. O acesso faz-se pela N-634 e por algum troço de propriedade privada: pede passagem e não deixes o carro na estrada. A licença de segunda classe é obrigatória.
acesso
Estaciona-se em cima, junto a Cerdigo ou à entrada de Islares, e desce-se por pistas curtas até às enseadas; há várias, e nem todas têm saída cómoda. O mais seguro é entrar pela areia de Arenillas e nadar para leste, duzentos ou trezentos metros até à rocha.
Costa rochosa a este; enseadas e veris, fundos ricos, exposta ao NW.
O melhor é entrar cedo, antes de a frota sair e a barra encher de tráfego, e aproveitar o outono, com a água ainda a dezassete ou dezoito graus. Do ocaso ao nascer do sol é proibido em toda a Espanha, e o badejo não se toca de 1 de janeiro a 30 de abril.
maré
Com amplitude de quatro metros e meio em águas vivas, a plataforma rochosa ao pé do castelo fica seca na baixa-mar e mostra por onde entrar. Na vazante há um fluxo evidente entre o ilhéu de Santa Ana e a ponte: se o atravessares, fá-lo com a maré parada.
abrigo
A ponta que sustenta o castelo de Santa Ana e a igreja olha a norte, com o sector mau entre 310° e 60°: o noroeste de 340° entra sem travão. O molhe do porto, a sudoeste, tapa o vento de terra, mas o mar do primeiro quadrante contorna a ponta e chega na mesma.
condições
O rochedo sob o castelo tem fendas entre dez e vinte metros onde se metem congro e algum mero; aí vê-se bem com mar plano. O que turva é a remoção do porto e as escorrências da vila depois da chuva: com dois dias secos volta a clarear.
perigo
Estás colado à barra de um porto vivo: entram e saem pesqueiros e barcos de recreio, e há que deixar 300 metros aos profissionais a trabalhar. Leva a boia bem alta e vermelha ou laranja, e confirma onde acaba a zona portuária, porque lá dentro a pesca submarina não tem lugar.
acesso
Desce-se do passeio da igreja de Santa María pelas rampas de pedra até à água, na face este da ponta; a rocha escorrega com o limo verde. Outra opção é entrar pela areia de Brazomar e nadar até ao castelo, uns quatrocentos ou quinhentos metros junto à margem.
Rochedo sob o castelo; mero e congro nas fendas (10-20 m), exposto ao N.
De junho a setembro são praias com nadador-salvador e zona de banhos balizada: aqui só dá para entrar à primeiríssima hora e, mesmo assim, fora das boias. No resto do ano pode ser a qualquer hora de luz, com a vantagem de a água estar mais clara no inverno.
maré
Na baixa-mar viva saem os bancos de rocha dos dois extremos de Ostende e entra-se a pé até à borda sem molhar os joelhos. Na preia-mar viva a areia reduz-se a uma faixa colada ao muro do passeio e há que entrar pelas escadas.
abrigo
As duas praias urbanas ficam dentro da enseada de Castro: a ponta de Santa Ana e o porto tapam o este, e o casario corta o sul. O que entra a direito é o norte e o noroeste, e com esse sector os extremos rochosos de Ostende rebentam e não há nada a fazer.
condições
É um sítio raso, de três a oito metros, com rocha baixa e pradarias de algas nos extremos: serve para aprender e para o primeiro peixe, não para procurar profundidade. A areia em suspensão manda: após dois dias de calma vêem-se quatro ou cinco metros, com ondulação um.
perigo
O risco aqui não é o mar, são as pessoas: banhistas, paddle e pescadores à cana nas pontas. Não entres na zona balizada, leva boia vermelha ou laranja e não te afastes dela mais de 25 metros. Depois de temporal, os descarregadores da vila sujam a água; melhor esperar.
acesso
Estaciona-se no passeio de Brazomar ou perto do campo de Ostende e desce-se à areia por rampas e escadas, tudo cómodo. Caminha-se até ao extremo rochoso que convier ao vento e entra-se pela pedra baixa; com ondulação, entra e sai pela areia e não pela rocha.
Extremos rochosos das praias urbanas; semi-abrigado, bom para iniciantes.
A SOLO é o maior risco: debaixo de água pode perder-se a consciência por falta de oxigénio, em silêncio e fatalmente, sem ninguém por perto. A solo nunca é verdadeiramente «seguro». Abaixo ficam as melhores janelas pelo tempo; leva a boia, avisa alguém do plano e da hora de saída, e qualquer dúvida — não vás.
Um olhar de manhã — e sabes se vais.
aponte a câmara
≈
Subida
Câmaras, mapa e referência — à mão quando sobes.
Câmaras ao vivo, mapa e referência
Câmaras · em direto
Vê o mar agora mesmo.
Vê a câmara ANTES de sair. Espuma, água castanha/esverdeada turva ou ondas a lavar as rochas de entrada = não ir. À noite/com nevoeiro a câmara é inútil — assume «desconhecido», NÃO «verde».
Tamanhos mínimos por caladero (na tabela abaixo). A época depende da espécie e do local.
Na época agora
robalo
Dicentrarchus labrax · Cantábrico e Noroeste · RD 347/2011 art. 4 bis
dourada
Sparus aurata · Cantábrico e Noroeste · RD 560/1995 Anexo I
salema
Sarpa salpa · Cantábrico e Noroeste · RD 560/1995 Anexo I
⚠️ NÃO comer cabeça/vísceras (ictiossarcotoxismo).
boga-do-mar
Boops boops · Cantábrico e Noroeste · RD 560/1995 Anexo I
choupa
Spondyliosoma cantharus · Cantábrico e Noroeste · RD 560/1995 Anexo I
tainha
Mugil / Chelon spp. · Cantábrico e Noroeste · RD 560/1995 Anexo I
pargo-legítimo
Pagrus pagrus · Cantábrico e Noroeste · RD 560/1995 Anexo I
salmonete
Mullus surmuletus · Cantábrico e Noroeste · RD 560/1995 Anexo I
polvo
Octopus vulgaris · Cantábrico e Noroeste · 1 kg
Talla por PESO: mín. 1 kg (RD 560/1995, todos los anexos). No coger hembras con huevos.
congro / safio
Conger conger · Cantábrico e Noroeste · RD 560/1995 Anexo I
juliana / badejo
Pollachius pollachius · Cantábrico e Noroeste · veda 1 jan–30 abr
Talla operativa 42 cm; máx. 2 ejemplares/día (medida recreativa anual de la UE, Reg. 2025/202). ⚠️ Atlântico: VEDA recreativa 1 jan–30 abr (captura-e-solta).
Lei
✓Licença de pesca submarina obrigatória; é a COMUNIDADE AUTÓNOMA que a emite (não o Estado) e vale nas águas exteriores de todo o litoral. Só em apneia — escafandro/scuba proibido (, art. 3).
✓As capturas da caça submarina não podem ser vendidas nem comercializadas — é pesca não comercial ().
✓Noite proibida: caça submarina só de dia (do ocaso ao nascer do sol é proibido) — , art. 16.d.
✓Boia de sinalização OBRIGATÓRIA: marca a tua posição com uma boia bem visível e não te afastes mais de 25 m dela — , art. 15.
✓Proibido ter a espingarda (arpão) carregada fora de água — , art. 16.a.
✓Mantém-te a pelo menos 300 m das embarcações de pesca profissional a faenar — , art. 12.b.
✓O diploma estatal (, art. 16) proíbe ao caçador submarino: espingarda carregada fora de água; pontas explosivas/eléctricas e focos (lanterna de mão permitida); veículos subaquáticos; noite — do ocaso ao orto. Mais o art. 12 b), d), e): 300 m de embarcações profissionais, atrair com luz, venenos/explosivos. A proibição numa reserva, porto ou praia concretos vem do SEU próprio acto (portaria da reserva, regras da comunidade autónoma, autoridade portuária) — vê as zonas no mapa e as regras da tua comunidade.
✓Tamanhos mín. por ( + + UE 2019/1241): robalo 42 cm (rec.) / 36 cm / 25 cm Mediterrâneo / 22 cm Canárias; dourada 20 cm e sargo 23 cm no Mediterrâneo (UE 2019/1241); mero 45 cm. Vê a ficha de espécies da tua zona.
✓Só podem capturar-se as espécies do do ; proibido reter, desembarcar ou transportar exemplares abaixo do tamanho.
Protocolo de segurança
Sets: observa as séries de ondas ≥15 min antes de entrar; Hmax ≈ 2×Hs, a rebentação pode espraiar-se 50 m além da linha de espuma. Um lull >10 min com período >12 s = um set grande «em atraso», NÃO entres; entra logo após passar um set completo e reavalia ao minuto 30.
Saída PRIMEIRO: identifica a saída E uma alternativa antes de entrar. Numa costa rochosa/de blocos um aumento de 0,5 m na ondulação pode tornar a saída impossível — ficar encurralado/sem saída é o principal assassino.
Corrente de cabo: em pontas salientes há muitas vezes uma corrente de retorno topográfica permanente, independentemente do modelo — localiza-a, entra/sai pelo lado a barlavento e nunca nades contra.
Frio: fato pela SST do chip; o primeiro arrepio = pico metabólico e queda da apneia → sai ao primeiro arrepio persistente. Limita a sessão a 45–60 min abaixo de 15 °C.
Disciplina a solo: boia içada; avisa alguém do local e da hora de saída; apneia conservadora (nunca forces em água fria/turva/com rebentação); visibilidade <3 m — não entres.
Vento da tarde: em muitas costas o vento reforça a partir do meio-dia — planeia sair da água por volta do meio-dia; o mar fica picado — sai.
UV 11:00–15:00 (iUV ≥6): protetor solar e cobertura no intervalo à superfície.
Solo é um risco fundamental (blackout hipóxico sem parceiro). Qualquer dúvida = não ir.
Perguntas frequentes — pesca submarina em Castro Urdiales
Onde fazer pesca submarina em Castro Urdiales?
Castro Urdiales tem pontos de entrada da rocha como Punta de Santa Ana, Cerdigo / Islares e Roquedo de Ostende / Brazomar. Pesca submarina em Castro Urdiales: previsão do mar e entradas a partir da costa. Em baixo tens cada ponto (acesso, abrigo e perigos) e a previsão de hoje.
Qual é a melhor época em Castro Urdiales?
Verão e início de outono são as janelas — no inverno a ondulação do Golfo da Biscaia fecha a costa. As marés são grandes (4 m+) e geram corrente, por isso escolhe o dia com mar pequeno e maré a favor.
Que temperatura tem a água em Castro Urdiales?
~14–22 °C: fresca, mas na janela de verão aquece. Fato de 5 mm no pico do verão, 7 mm com capuz no resto do ano.
A pesca submarina em Castro Urdiales é para principiantes?
Exigente: ondulação forte da Biscaia, marés grandes e entradas de rocha expostas. Fica para quem já sabe ler o mar e escolhe bem a janela — não é costa de estreia.
É preciso licença em Castro Urdiales?
Sim — em Castro Urdiales é preciso licença de pesca marítima de recreio (emitida pela comunidade autónoma); só em apneia (sem garrafa), com boia de sinalização e sem pesca noturna. Vê o guia.
✓Para a licença exige-se atestado médico de aptidão para apneia e seguro de RC (ou licença federativa, que o inclui). Obrigatório no País Basco/Múrcia/Astúrias/Galiza; a federativa cobre-o na Galiza/Baleares/Cantábria; Canárias e Andaluzia NÃO o exigem para a licença individual (declaração responsável de saúde). Idade mínima geralmente 16 anos (14 na Andaluzia).
✓Não há limite nacional fixo de captura (, art. 5 delega-o nas comunidades); o padrão é 5 kg/pessoa/dia, podendo 1 exemplar não computar (Canárias — Decreto 182/2004, art. 38.3; Múrcia; Galiza; País Basco). Para espécies protegidas há cotas por peças.
✓Só é permitido o arpão — manual ou impulsionado por meios mecânicos, com uma ou várias pontas (, art. 14.1). É proibido levar a bordo, ao mesmo tempo, instrumentos de caça submarina e equipamento de respiração em imersão (art. 14.2) — é infracção por si só, mesmo que tenhas mergulhado em apneia.
✓Espanha não é uma jurisdição só. A licença é emitida pela comunidade autónoma do litoral, e cumprem-se as normas da administração em cuja costa se está na água: «debiendo cumplir la normativa establecida por la administración en cuyo litoral se realice la actividad» (, art. 13). As águas interiores — dentro das linhas de base rectas: baías, enseadas, rías, toda a faixa costeira — são competência da comunidade; as exteriores, do Estado. Por isso a idade, os dias da semana, as distâncias e os limites procuram-se no acto da tua comunidade, não no estatal.
✓Cantábria: a licença de caça submarina é emitida pelo Gobierno de Cantabria — a licença de 2.ª classe habilita a submarina (sede.cantabria.es).
✓A Cantábria reconhece as licenças de pesca marítima de recreio emitidas pelo Estado ou por outras comunidades: nas suas águas «têm plena validade» (Ley 1/2021, art. 27.7).
✓Cantábria: o direito à caça submarina vem da licença de 2.ª classe (Decreto 45/2002, art. 3.b); só se permite o arpão, manual ou impulsionado por meios mecânicos (art. 7); a boia é vermelha ou laranja, bem visível (art. 8). Limite: 5 kg por licença e dia, e a partir de embarcação com mais de cinco licenças a bordo, no máximo 25 kg por embarcação e dia (art. 9.1). São proibidos a venda das capturas, os equipamentos autónomos de mergulho, a caça entre o ocaso e o orto, as zonas portuárias e as proibidas, reservadas ou acotadas, e a captura de cefalópodes (art. 14). Proibido a menos de 100 m de praias e outros locais de banho, distância que sobe para 250 m de Maio a Outubro (art. 15.b).